Bienal
atraiu mais de 300 artistas que parecem preocupados com a diversão. Enquanto cubanos relatam dificuldades em obter visto para expor nos Estados Unidos "é muito mais difícil obter visto para fazer algum trabalho em Cuba do que nos EUA " diz o artista irlandês Duke Riley sobre burocracia cubana.
A 10ª Bienal de Cuba atraiu muitos artistas estrangeiros mais pela solidariedade do que pelo conteúdo dos participantes. Talvez uma dezena de críticos, artistas norte-americanos e compradores comparecem a mostra para se divertir e oferecer solidariedade aos artistas cubanos que não conseguiram visto para expor nos EUA durante os 8 anos de governo de George W. Bush. Os pintores torcem para que seja este um momento para a sonhada normalização das relações entre os EUA e Cuba.
Temática
O tema da bienal é "Integração e Resistência na era Global" e, mesmo de forma discreta todos abordam as questões sobre globalização, economia e imigração. Obras como " Just Beyond my Imagination" [Apenas Além da minha imaginação] do artista de Barbados Annalee Davis [foto no alto], que reproduz um falso campo de golfe com buracos de areia em forma de ilhas do Caribe. É uma alusão como a região é usada como área de diversão pelos paises ricos.
atraiu mais de 300 artistas que parecem preocupados com a diversão. Enquanto cubanos relatam dificuldades em obter visto para expor nos Estados Unidos "é muito mais difícil obter visto para fazer algum trabalho em Cuba do que nos EUA " diz o artista irlandês Duke Riley sobre burocracia cubana.A 10ª Bienal de Cuba atraiu muitos artistas estrangeiros mais pela solidariedade do que pelo conteúdo dos participantes. Talvez uma dezena de críticos, artistas norte-americanos e compradores comparecem a mostra para se divertir e oferecer solidariedade aos artistas cubanos que não conseguiram visto para expor nos EUA durante os 8 anos de governo de George W. Bush. Os pintores torcem para que seja este um momento para a sonhada normalização das relações entre os EUA e Cuba.
Temática
O tema da bienal é "Integração e Resistência na era Global" e, mesmo de forma discreta todos abordam as questões sobre globalização, economia e imigração. Obras como " Just Beyond my Imagination" [Apenas Além da minha imaginação] do artista de Barbados Annalee Davis [foto no alto], que reproduz um falso campo de golfe com buracos de areia em forma de ilhas do Caribe. É uma alusão como a região é usada como área de diversão pelos paises ricos.
A artista mais famosa da ilha dos irmãos Castro é KCHO [ Alexis Levya Machado - à esquerda] que apresenta a instalação em forma de carrossel com esculturas em madeira de representações cubanas como navio negreiro americano Maine e o Granma, barco utilizado para o transporte de Fidel Castro e seus camaradas terroristas para Cuba em 1956.O cubano Roberto Fabelo mostra 'Sobreviventes' ao ar livre que consiste em dez grandes esculturas de baratas, ratos com faces de humanos todos subindo pelas paredes do Palácio de Belas Artes. A norte-americana, pintora e galerista Chelsea, comparece na bienal representando 12 galerias onde inclui mais de 30 artistas, patrocinados pela organização norte-americana Amistad sem fins lucrativos.
A Bienal de Cuba segue até dia 30 de abril
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