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sábado, 17 de janeiro de 2015

"Foi sem querer querendo" à venda


Charge por João Henrique, da dupla 'dinâmica' Seu Madruga e Chaves. Confeccionada em papel sulfite, bico de pena. Henrique participa da exposição em homenagem a Sílvio Santos.
Esta peça única esta à venda por R$ 350,00 (incluindo frete todo o Brasil).

Compre na Lojinha AgênciaFM

SOBRE A MORTE DO ATOR:
http://agenciafm.blogspot.com.br/2014/11/morre-comediante-mexicano-roberto.html

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Obra de Amélia Costa à venda




Tela centenária de Amélia Costa agora pertence ao acervo da Agência FM Noticiosa A importante obra carece de pequeno restauro.


Pintora e desenhista, nasceu em 1876, Rio de Janeiro, RJ, e aos dezesseis anos começou a estudar desenho e pintura com Nicolau Antonio Facchinetti. Foi sua aluna durante seis anos. Sua produção conhecida e estima-se, nos dias atuais, em cerca de vinte e cinco peças entre desenhos, aquarelas e pinturas sendo que, a maior parte com inspiração em vistas da Baía de Guanabara e Serra dos Órgãos, RJ. NOTÍCIA Completa em acervo Agência FM

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Rara escultura de Donato Visconti à venda



Escultura datada de 1952 com timbre M.H.C. , à venda




Trata-se de uma obra importante para a escultura brasileira, obra timbrada com as iniciais M.H.C. (Museu Henriqueta Catharino), Bahia, pertencia ao falecido Fausto Visconde, no mínimo havia seis décadas. Com seu falecimento passou ao seu neto, o jornalista Francisco Martins. Segundo informações do próprio Fausto, a escultura teria sido feita por seu pai, Donato, para o Instituo Feminino da Bahia, que mais tarde se transformaria no Museu Henriqueta Catharino. Visconti foi amigo de Francisco Leopoldo e Silva entre outros escultores famosos da época.



Donato Visconti (Visconde) nasceu em Nápolis, Itália, em 1.887, era filho de Giuseppe Visconti e de Maria Gracia Greco. Foi carabiniéri, professor, sapateiro e escultor amador. Aos 20 anos de idade mudou-se com seus pais para o Brasil, especificamente para a Cidade de São Paulo, sendo que, seu pai faleceu na década de 10, vítima de Gripe Espanhola e sua mãe de morte natural na década de 30. Em 20 de janeiro de 1912, aos 22 anos, Donato Visconti (Visconde no Brasil) casou-se com a Paulista de Araraquara Pasqualina Aloe, na época com 18 anos, nascida em 1 de janeiro de 1.893 (faleceu em 27/7/1977, na capital paulistana). Entre as várias atividades exercidas no Brasil, Visconti sempre reservou um espaço para a arte da escultura. Fazia facas, estribos, pássaros, arte sacra e animais. Teve uma vasta produção como escultor, entretanto, desapareceram por completas não somente pela ação do tempo, mas pela falta de interesse e descaso de sua família para com a arte em geral.

Ser artista ou criar a família?

Fausto Visconde ( 14/03/1922 + 06/08/2010), herdou o gosto pela arte, cinema e ópera algo peculiar ao seu pai Donato Visconti. Apesar de ter apenas 9 anos de idade na época, e tremer de medo de um simples olhar de seu pai, Fausto guardou esta obra, com assinatura, assim forjada no aço (MHC), para assim, colocar seu pai para sempre na história. Visconti chegou a participar da segunda etapa da formação das artes plásticas paulista, quando da fundação do Pensionato Artístico, 1912 (decreto 2.234 /22 de abril) e do Liceu de Artes e Ofício, onde tomou conhecimento dos escultores Torquato Bassi e Francisco Leopoldo e Silva. Em 1926 fez outra tentativa de conciliar família e arte quando da fundação da Escola Paulista de Arte, em 1925.

A escultura em pauta é uma clássica cena bíblica onde José puxa um burro com Maria montada e o menino Jesus em seus braços. O escultor deu ênfase a perspectiva da árvore dando um ar de surrealismo à obra. O escultor faleceu na capital paulista em 13 de dezembro de 1929. O casal teve cinco filhos: José, Agostinho, Armando, Fausto e Aparecida, todos mortos. Fonte dos dados pessoais e artísticos de Donato Visconti colhidos nas anotações de Fausto Visconde, falecido de Acidente Vascular Cerebral aos 88 anos, em sua residência, no bairro nasceu, Penha, zona leste da cidade de São Paulo.

O valor sugerido: R$ 8.000,000,00 (Oito mil reais).

Mais raridades ... http://www.arteecuriosidades.blogspot.com/


Contato: Francisco Martins
2848-3230 (Livre)
(5511) 9847-9789 (Vivo)
6654-4870 (O)
agenciafm@gmail.com

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

José Brasiliense

Mais uma obra de arte rara entra para o acervo da Agência FM Noticiosa. Essa tela é do início de carreira do artista plástico paulista com pouca produção pictórica no mercado.



Tela rara do artista plástico paulista José Brasiliense, assinada e datada de 1963; pintor catalogado no Dicionário de Artes Júlio Louzada; técnica acrílica sobre eucatex. O pintor assinava suas telas apenas "Brasiliense".
Foto: Rochinha - (Reprodução somente com autorização).
MEDIDAS: 50 cm x 34 cm
Data: 1963

Amélia Silva Costa - pintora

Tela centenária de Amélia Costa agora pertence ao acervo da Agência FM Noticiosa A importante obra carece de pequeno restauro.
Pintora e desenhista, nasceu no em 1876, Rio de Janeiro, RJ, e aos dezesseis anos começou a estudar desenho e pintura com Nicolau Antonio Facchinetti. Foi sua aluna durante seis anos. Sua produção conhecida e estima-se, nos dias atuais, em cerca de vinte e cinco peças entre desenhos, aquarelas e pinturas sendo que, a maior parte com inspiração em vistas da Baía de Guanabara e Serra dos Órgãos, RJ.
Era vizinha de Louise e Eliseu Visconti, e chegou a figurar, com seus filhos, em algumas cenas pictóricas de Visconti. Amélia Silva Costa, assinava sua produção pictórica ( A.COSTA).

Foi figura relevante nas artes plásticas em sua época. Poucas telas restaram de seu legado pictórico. Essa tela - denominada de K11, návio que leva o nome de seu marido -, é uma raridade absoluta. Tanto pela escassez de telas da pintora quanto pelo tempo de sua realização, estima-se que a pintura tenha no mínimo cem anos.

Avô
Provavelmente influenciada estudou música e literatura, pois era sobrinha do escritor Guimarães Júnior, autor do romance humorístico 'A família agulha' (1900) e de um Perfil biográfico de Pedro Américo (1871), entre outros livros. Amélia e Felinto tiveram duas filhas e um filho Yvone, Sylvia e Armando Perry. (Leia mais sobre o avô da artista em http://www.fmcultura.blogspot.com/ ).

Marido

Seu marido, o Almirante Felinto Perry nasceu no Rio de Janeiro, em 2/2/1870. Faleceu também no Rio em 2/12/1929, foi herói da Revolta da Armada, e também responsável pelos primeiros submarinos da esquadra brasileira. Amélia Silva Costa viveu grande parte de sua vida em Teresópolis. (FOTO: Rochinha - (Reprodução somente com autorização)

(Leia mais sobre Felinto Perry em http://www.mar.mil.br/5dn/vultos/perry.htm


MEDIDAS: 1,00m X 80cm
Óleo sobre tela
Data: 1908