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terça-feira, 21 de janeiro de 2025

Morte de Léo Batista aos 92 anos

Morre  jornalista, apresentador e locutor Léo Batista morreu neste domingo (19), aos 92 anos. Ele foi um dos maiores nomes da história do jornalismo esportivo brasileiro. 

O narrador e apresentador estava internado desde 6 de janeiro no Hospital Rios D'Or, na Freguesia, Zona Oeste do Rio. Ele foi diagnosticado com um tumor no pâncreas.

Em mais de 70 anos de carreira, Léo Batista deu voz a notícias como a morte de Getúlio Vargas e participou de quase todos os telejornais da TV Globo, onde trabalhou por 55 anos – até pouco antes de ser internado.

Cidade natal

Léo Batista é nascido em Cordeirópolis, onde também iniciou a carreira na década de 40 após ser aprovado em um concurso para locutor do serviço de alto-falante da cidade. O jornalista também atuou em Piracaia, SP, durante sua trajetória profissional, antes de seguir para o Rio de Janeiro - Veja detalhes, na reportagem.

Estudos em realizados em Campinas

Filho de imigrantes italianos, Léo Batista deixou o colégio interno aos 14 anos para ajudar a família. Mudou-se para Campinas (SP) para completar os estudos e trabalhou como garçom e fã. (AgênciaFM/Globo).

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2023

Morre Glória Maria, icone jornalismo

 Na Globo desde 1970, a carioca foi a 1ª repórter a entrar ao vivo e em cores no Jornal Nacional. De 1998 a 2007, ela apresentou o Fantástico e, desde 2010, integrava a equipe do Globo Repórter. Pioneirismo é reconhecido como inspiração para mais de uma geração de mulheres negras. 



Glória Maria morreu na manhã desta quinta-feira (02) devido a um câncer de pulmão que entrou em metástase.

Precavida, a jornalista já havia anunciado que não colocaria a data de nascimento em sua lápide com o objetivo de não revelar a idade. Como se sabe, ela mantinha a informação trancada a sete chaves. 

Em sua participação no programa "Que História é Essa, Porchat?", Glória revelou o que estaria escrito. "Eu não gosto de papo de morte. Não vai ter aquela 'do ano tal ao ano tal'. Isso está fora. 'Nasceu tanto, e morreu tanto'. Nem pensar! Só ia colocar assim: 'A mulher que morreu sem idade'", disse. 

Ao longo da elogiada carreira, Glória Maria criou mistério em torno da própria idade. Quando questionada, nunca revelou o número e sempre lidava com a situação de forma gentil e engraçada. "Só o RH sabe a idade da Gloria", falou Fábio. "Pegou fogo anos atrás e não tem mais nada", comentou a jornalista.

Nascida em 15 de agosto, a jornalista teve sua idade amplamente divulgada desde o seu falecimento. Como uma singela homenagem, nesta matéria não será revelado por quantos Carnavais Glória viveu. (Com informações de MSN\ Globo)

Maria Cristina Arantes, homofóbica

Maria cristina Arantes, homofóbica amiga da família da falecida escritora Thias Matarazzo ( nada a ver com os Matarazzo originais ), ataca jornalista Francisco Martins, de AgênciaFM.  
Conheçam a cara de mais uma homofóbica . Ela ainda nega e manda advogada patrulhar jornalista.


Homofóbica @cris_arantes20 identificada Conheça a cara da homofóbica e preconceituosa, Maria Cristina Arantes, autora de comentários criminosos contra o jornalista Jor Fram Martins , sua página do facebook.


Jornalista de Agência FM Noticiosa , Fram Martins , acaba de ser triplamente atacado por comentários, homofobicos, preconceituoso, e difamatorios pela seguidora da recém falecida escritora Thaís Matarazzo.
A seguidora e amiga da familia, Maria Cristina Arantes, em sua verve de preconceito, homofobia e calúnia atacou. ( Veja o print).

quarta-feira, 28 de setembro de 2022

Parabéns Cid Moreira

Cid Moreira nasceu em Taubaté, São Paulo, em 27 de setembro de 1927. Ocupou a bancada do 'Jornal Nacional' por 26 anos, desde o dia da estreia do telejornal, em setembro de 1969. Foi também locutor de reportagens especiais do 'Fantástico'. 


Início da carreira


Filho do bibliotecário Isauro Moreira e da dona de casa Elza Moreira. É irmão do locutor Célio Moreira, que trabalhou na equipe inicial da Globo. Formou-se em contabilidade em 1944. Naquele ano, admirado com as imitações que Cid Moreira fazia ao microfone nas festas regionais da cidade, um amigo – cujo pai era diretor da Rádio Difusora Taubaté – o convenceu a fazer um teste de locução. Contratado, Cid Moreira atuou na narração de comerciais até 1949, quando se mudou para São Paulo e passou a trabalhar na Rádio Bandeirantes e na Propago Publicidade.


Em 1951, transferiu-se para o Rio de Janeiro e foi contratado pela Rádio Mayrink Veiga, onde permaneceu até 1956. Nesse período, teve suas primeiras experiências em televisão, na TV Rio, apresentando comerciais ao vivo em programas célebres como Além da Imaginação e Noite de Gala. “Ninguém levava a TV a sério. Custei a comprar o meu primeiro aparelho de televisão. Mas não tinha nada, o rádio ainda dominava”, lembra.


A estreia como locutor de noticiários aconteceu na própria TV Rio, em 1963, na equipe do 'Jornal de Vanguarda'. O programa era dirigido por Fernando Barbosa Lima e contava com nomes como Sérgio Porto, Mauro Borja Lopes (Borjalo) e Luís Jatobá. A partir de então, Cid Moreira trabalhou no 'Jornal de Vanguarda' em toda a trajetória do programa, passando pela Tupi, pela Globo, pela Excelsior e pela Continental.

Entrada na Globo

Voltou a trabalhar na TV Globo em 1969, para substituir Luís Jatobá no 'Jornal da Globo', um noticiário de de 15 minutos de duração, que exibia diariamente, às 19h45, um panorama das principais notícias do Brasil e do mundo. Integrou a primeira equipe do 'Jornal Nacional', que estreou em setembro daquele ano, o primeiro telejornal transmitido em rede no Brasil. Na ocasião, dividiu a bancada do telejornal com Hilton Gomes. Dois anos depois, iniciou uma parceria com Sérgio Chapelin que se prolongou por mais de uma década.

Paralelamente ao seu trabalho na Globo, Cid Moreira continuou narrando comerciais – sempre em off, por restrições contratuais. A partir de meados da década de 1990, dedicou-se à gravação de salmos bíblicos. Em 2011, cumpriu seu objetivo de gravar a Bíblia na íntegra. Os CDs bíblicos com sua locução se tornaram um grande sucesso, com milhões de cópias vendidas.


Em março de 2010, foi lançado o livro 'Boa Noite – Cid Moreira, a Grande Voz da Comunicação do Brasil', pela editora Prumo. A biografia foi escrita pela mulher do locutor, Fatima Sampaio Moreira, e reúne depoimentos de jornalistas, amigos e parentes de Cid Moreira. Nesse mesmo ano, durante a Copa do Mundo da África do Sul, Cid gravou uma vinheta a ser exibida durante as reportagens do 'Fantástico' e de programas esportivos da Rede Globo. A vinheta “Jabulaaani!“, nome da bola da Copa, foi um sucesso. (AgênciaFM \ TV Globo)

sexta-feira, 24 de junho de 2022

Danuza Leão morre aos 88 anos

 Danuza Leão, escritora, jornalista e ex-modelo, morre aos 88 anos

Um dos rostos mais marcantes da indústria da moda em seu tempo, tornou-se cronista célebre na imprensa brasileira. Danuza sofria de enfisema pulmonar e morreu de insuficiência respiratória. 

A ex-modelo, jornalista e escritora Danuza Leão, uma das personalidades mais importantes da sociedade e da cultura carioca do século 20, morreu nesta quarta-feira (22), aos 88 anos, no Rio. Danuza deu início a sua carreira como modelo na década de 50, quando se tornou uma das primeiras brasileiras a desfilar no exterior.

Danuza sofria de enfisema pulmonar e morreu de insuficiência respiratória. A informação foi confirmada à TV Globo por familiares. O corpo será cremado no Crematório e Cemitério da Penitência, no Caju, na Zona Norte do Rio, na sexta-feira (24), em cerimônia restrita à família e amigos.

Etiquetas e atriz

Danuza Leão fez história como modelo e ditou comportamento em livro de etiquetas

Como atriz, ela participou, em 1967, do filme “Terra em Transe”, como a personagem Sílvia. A obra de Glauber Rocha é um dos maiores clássicos do movimento do Cinema Novo. O sucesso como escritora veio com o livro de etiquetas sociais “Na Sala Com Danuza”, em 1992. O livro foi um dos mais vendidos daquele ano e virou um clássico dentre os manuais de etiqueta. (Foto: IstoÉ). 


sexta-feira, 13 de maio de 2022

ABI no catálogo da Rio Film Comission

Como resultado de reunião realizada em 11 de abril, e do pedido feito pelo presidente Paulo Jeronimo ao responsável pela Rio Film Comission, Daniel Celli, a ABI passou a integrar o catálogo de locações para filmagens deste escritório oficial da Prefeitura do Rio de Janeiro. 


A Rio Film Comission é vinculada à RioFilme, uma empresa da Prefeitura do Rio de Janeiro que tem por objetivo o desenvolvimento da indústria audiovisual carioca. A atuação da Rio Film Commission está centrada em tornar  a cidade do Rio de Janeiro uma região preparada para receber e atrair produções nacionais e internacionais. { Fonte: presidente Paulo Jeronimo}



LINK  para a página da ABI, no site da Rio Film Comission  

sexta-feira, 22 de abril de 2022

Mais uma tentativa de golpe de Bolsonaro

 Paulo Gerônimo, presidente da ABI duncia tentativa de de Jair Bolsonaro 

O presidente Jair Bolsonaro declarou guerra contra o Supremo Tribunal Federal (STF), ao perdoar o deputado Daniel Silveira, condenado por fazer ameaças de violência física a integrantes da Suprema Corte. A medida configura um atentado um autêntico golpe às instituições democráticas. 

A medida atropela o ordenamento jurídico do País e configura um ensaio de golpe que deve ser repudiado e combatido por todos os democratas. 

Com seu comportamento, Bolsonaro se inspira no comportamento de Benito Mussolini, que, nos anos 20, abriu caminho para o regime fascista na Itália com o perdão a criminosos que assassinaram opositores do regime.

A ABI denuncia esse atentado inaceitável à democracia e informa que está estudando as medidas jurídicas necessárias para fazer frente a esse brutal atropelo ao Estado de Direito. (Autor: Paulo Jeronimo, presidente da ABI).

terça-feira, 29 de março de 2022

Abi contra a censura a artistas

Abi contra a censura a artistas. Entidade protesta contra censura a artistas


A Associação Brasileira de Imprensa (ABI) repudia a decisão monocrática do ministro Raul Araújo, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que proibiu a manifestação política de músicos e grupos musicais no festival Lollapalooza, em São Paulo, sob pena de multa de R$ 50 mil pelo descumprimento para os organizadores do evento.

Para a ABI, a decisão afronta as liberdades de expressão e de manifestação, garantidas pela Constituição, e representa um ato de censura, que foi extinta com o fim da ditadura militar.

A ABI tem certeza que o plenário do TSE irá revogar esta liminar e rejeitar a ação antidemocrática, feita pelo Partido Liberal, restabelecendo o primado do direito à livre manifestação de pensamento, como deve ser num Estado Democrático de Direito. (FONTE: Paulo Jeronimo Presidente da ABI )

quarta-feira, 3 de novembro de 2021

Carta aberta da ABI a Jair Bolsonaro

Mais uma vez o senhor envergonha o Brasil, presidente. Repudiado por governantes do mundo inteiro, em cada evento de chefes de Estado o senhor mostra que o País foi relegado a uma situação de um pária na comunidade internacional. 


Na reunião do G-20 neste fim de semana, mais uma vez, o senhor foi obrigado a ficar pelos cantos, como aqueles convidados indesejados a quem ninguém dá atenção. Como reação, age como um troglodita, hostilizando e estimulando agressões a jornalistas que lhe fazem perguntas corriqueiras. É de dar vergonha.


Na cerimônia de abertura do evento do G-20, no sábado, o primeiro-ministro italiano, Mario Draghi, cumprimentou os chefes de Estado e de governo com um aperto de mão, mas o evitou claramente, fato devidamente registrado pela imprensa italiana. Não quis ser fotografado ao seu lado.


Mas as coisas não ficaram por aí. Percebendo que era quase um penetra na festa, o senhor preferiu não aparecer para a foto oficial com os estadistas do mundo inteiro. Sentiu a rejeição generalizada. Tampouco sentiu-se à vontade para participar do passeio organizado pelo governo italiano para os líderes do G20, que tiraram fotos jogando moedas na Fontana di Trevi, tradicional ponto turístico de Roma.


Mas o vexame e a vergonha foram maiores. Não pararam por aí. Seus seguranças agrediram jornalistas brasileiros e roubaram seus equipamentos em represália a perguntas simples sobre as razões pelas quais o senhor não cumpriria a agenda comum aos demais chefes de Estado. Repórteres da TV Globo e do jornal “Folha de S. Paulo” e um colunista do Uol foram à delegacia de polícia formalizar queixa das agressões praticadas por seus seguranças. Foi, talvez, um acontecimento inédito.


Mesmo assim, o senhor e os demais membros de sua comitiva, aí incluídos representantes do Itamaraty, foram incapazes de uma palavra de desculpa aos profissionais que estavam apenas trabalhando. Ao contrário, continuaram hostilizando os jornalistas brasileiros.


A ABI mais uma vez faz o registro: com o seu comportamento avesso à democracia e com ataques constantes à imprensa e ao trabalho dos jornalistas, o senhor estimula essas agressões. Assim, torna-se também responsável por elas. E, como numa bola de neve, elas só aumentam seu isolamento e o repúdio que o senhor recebe da comunidade internacional. Pior, o isolamento não é só seu. Atinge e envergonha o país que o senhor representa. O senhor está tornando o Brasil um pária na comunidade internacional, presidente.
Tenha compostura.

Paulo Jeronimo

Presidente da Associação Brasileira de Imprensa

terça-feira, 29 de junho de 2021

Morre jornalista e escritor Artur Xexéo

Ele estava internado na Clínica São Vicente, na Zona Sul do Rio, após ser diagnosticado com câncer tipo linfoma não-hodgkin. Com mais de quatro décadas dedicadas ao jornalismo, Xexéo virou uma grande referência. 


Morreu, na noite deste domingo (27), no Rio de Janeiro, o escritor e jornalista Artur Xexéo, aos 69 anos. Ele estava internado na Clínica São Vicente, na Zona Sul do Rio, após ser diagnosticado com câncer tipo linfoma não-hodgkin. Com mais de quatro décadas dedicadas ao jornalismo, Xexéo virou uma grande referência.

Largou a engenharia, mas para não dar desgosto para os pais, seguiu na faculdade. Sem nenhuma ideia do que fazer, fez jornalismo. Xexéu passou pelas revistas "Veja" e "Istoé", mas logo depois voltou ao "Jornal do Brasil" com a missão de reformular a revista de domingo, o suplemento cultural do JB. A proposta era fazer uma revista para ler na praia, com artigos de música, cultura e literatura. O projeto deu certo e a revista virou moda. (Foto: purepeople)

terça-feira, 1 de junho de 2021

Morre narrador esportivo Januário de Oliveira

O gaúcho foi um dos principais nomes da transmissão esportiva e ficou marcado por bordões e apelidos dados a jogadores. Criou vários bordões entre os quais " Porque é disso que o povo gosta" , "Tá lá um corpo estendido no chão" " Acha pouco, vai à luta".  


Januário morreu nesta segunda-feira, 31 de maio, aos 81 anos. Locutor de rádio e TV  (Bandeirantes e TVE) , ele estava internado havia 11 dias, e sofreu uma parada cardíaca enquanto tratava de uma pneumonia em um hospital particular de Natal-RN, cidade onde morava. 

O velório acontece na Capela Central do Grupo Vila, na Rua São José, em Natal, a partir das 7h desta terça (1º). O sepultamento às 15h, no Cemitério Morada da Paz, em Emaús. (Foto: Fabiano de Oliveira). 

segunda-feira, 1 de março de 2021

ABI: Ação Civil Pública

Ação contra a transferência do Comitê de Imprensa da Câmara dos Deputados 


A Associação Brasileira de Imprensa (ABI) ingressou com uma Ação Civil Pública, elaborada pelo escritório Quintão & Lencastre Advogados, na 17ª Vara Federal Cível do Distrito Federal, em 26/2, com pedido de liminar, para impedir a transferência do Comitê de Imprensa da Câmara dos Deputados.

Instalado no Salão Verde, desde a inauguração da Câmara, em 21/4/1960, conforme o projeto de Oscar Niemeyer, o Comitê dispõe de uma área com cerca de 2 mil m2 e permite acesso direto ao Plenário Ulysses Guimarães e ao gabinete da Presidência da Câmara.

A proximidade do plenário e do gabinete da Presidência agilizam o trabalho dos jornalistas para a obtenção e a divulgação imediata de notícias de interesse da sociedade.

Segundo Paulo Jeronimo, presidente da ABI, “o objetivo da Ação Civil Pública é impedir que dois crimes sejam cometidos pelo presidente da Câmara, deputado Arthur Lira: a afronta ao tombamento feito pelo Iphan, em 2007, e contra o livre exercício do jornalismo, com a criação de obstáculos para o acesso aos deputados e o presidente daquela Casa”.

“Nem mesmo a ditadura militar, quando ainda não havia o tombamento, interferiu na localização do Comitê de Imprensa. É um absurdo que o presidente Arthur Lira, com o apoio do “centrão”, decida de forma autoritária dificultar o trabalho dos jornalistas e mudar o Comitê de local”, concluiu Paulo Jeronimo Presidente.


segunda-feira, 18 de janeiro de 2021

ABI envia representação contra Bolsonaro ao TSE

O presidente da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), Paulo Jeronimo, encaminhou nesta quinta-feira, 14, ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso, representação contra o presidente da República Jair Bolsonaro,  por  repetidos atentados cometidos por ele ao estado democrático de direito. 


O documento da ABI enumera atos de incitação à violência  e declarações  públicas feitas por Bolsonaro contra o sistema eleitoral, os partidos políticos e as instituições responsáveis, especialmente o Tribunal Superior Eleitoral.

" Não se trata da primeira vez que o representado assaca aleivosias contra o sistema representativo brasileiro, devendo ser notificado para comprovar suas alegações, sob pena de incorrer em crime de responsabilidade", afirma a petição da ABI, lembrando discurso de Bolsonaro  segundo o qual   as eleições de 2018 foram fraudadas e que somente foi eleito porque teve muito voto.

A representação da ABI cita também o episódio da invasão de grupos violentos ao Capitólio, nos EUA, e destaca afirmação de  Bolsonaro de que , em 2022, o mesmo poderá acontecer no Brasil, incentivando, assim,  os grupos radicais que o apoiam a atentar contra as instituições democráticas e republicanas.

Ao  falar com apoiadores, em frente ao Palácio da Alvorada,o representado afirmou que "se nós não tivermos o voto impresso em 2022, uma maneira de auditar o voto, nós vamos ter um problema pior que os Estados Unidos".

O documento da ABI observa que "não sendo comprovadas as narrativas requer a Vossa Excelência seja a presente representação encaminhada à Câmara dos Deputados e ao Supremo Tribunal Federal, em nome do representante da entidade subscritora, cidadão legitimado nos termos do art. 16 da Lei 1079/50. (Fonte: ABI).  Representação no TSE

quarta-feira, 16 de dezembro de 2020

Comentarista esportivo Orlando Duarte morre aos 88

Comentarista esportivo Orlando Duarte morre aos 88 anos vítima de Covid-19. Jornalista estava internado em São Paulo e também lutava contra o Alzheimer. 

O comentarista esportivo Orlando Duarte morreu na manhã desta terça-feira (15), aos 88 anos, vítima da Covid-19. Ele, que ficou três semanas internado para o tratamento em São Paulo, também lutava contra o Mal de Alzheimer desde 2018.


O jornalista estava internado na unidade do Hospital Sancta Maggiore do Paraíso, Zona Sul da capital, para tratamento da infecção pelo coronavírus e de dois aneurismas.


O jornalista nasceu em Rancharia, no interior de São Paulo, começou a carreira no jornal O Tempo, passou pela Gazeta Esportiva, rádios Jovem Pan e Trianon, e na TV teve passagem pela Globo, Cultura, SBT, Record e Band.


Duarte era chamado de "Eclético" e atuou na cobertura de 14 Copas do Mundo e 10 Jogos Olímpicos como repórter, locutor e cronista.


Ele foi autor de mais de 30 livros sobre esportes, entre eles a biografia "Pelé: o Supercampeão".

segunda-feira, 7 de dezembro de 2020

ABI é solidária a William Bonner e a Renata Vasconcellos

 A Associação Brasileira de Imprensa manifesta o seu espanto e a sua indignação com o fato de terem sido intimados a depor, pelo Polícia Civil do Rio de Janeiro, os apresentadores do Jornal Nacional, William Bonner e Renata Vasconcellos. 


Segundo a polícia, eles devem explicar a veiculação de supostas informações sigilosas a respeito do esquema de corrupção conhecido como "rachadinha" no gabinete de Flávio Bolsonaro na Alerj.

Nosso espanto vem do fato de terem sido Bonner e Renata os convocados a depor, e não Flávio Bolsonaro e o miliciano Fabrício Queiroz, seu assessor.

Nossa indignação vem do fato de que, uma vez mais, se tenta intimidar a imprensa e calar a sua voz, num claro atropelo à Constituição. 

Fiel aos seus 112 anos de defesa da liberdade de expressão, a ABI se coloca incondicionalmente ao lado dos jornalistas atingidos. Bonner e Renata, contem com o nosso apoio.  (Paulo Jeronimo - Presidente da ABI ). 


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quarta-feira, 25 de novembro de 2020

Morre jornalista Fernando Vannucci

Criador do bordão  " Alô Voce" jornalista Fernando Vannucci morre aos 69 anos 

Morreu nesta terça-feira,24,  na cidade de São Paulo, aos 69 anos, Fernando Vannucci. Locutor, apresentador e comentarista esportivo, Vannucci deixa quatro filhos. A causa da morte foi infarto.  Velório e sepultamento ocorreu no Rio de Janeiro.

Vannucci passou mal pela manhã, foi socorrido pela empregada e levado ao Pronto Socorro Central de Barueri, na Grande São Paulo. No entanto, não resistiu.  Vannucci já havia sofrido um infarto em 2019 e colocado um marca-passo. Desde então, tinha a saúde comprometida.

Breve perfil 

Nascido em Uberaba, no Triângulo Mineiro, Fernando Vannucci trabalhou na Globo Minas entre 1973 e 1977. Em seguida, passou a trabalhar no Rio de Janeiro, apresentando diversos programas, como Globo Esporte, RJTV, Esporte Espetacular, Jornal Nacional, Jornal Hoje e Fantástico. Na passagem pela Globo, Fernando Vannucci cobriu seis Copas do Mundo: 1978, 1982, 1986, 1990, 1994 e 1998. 

Atualmente era editor e comentarista esportivo na Rede Brasil de Televisão. (Foto: what'app do locutor)

terça-feira, 15 de setembro de 2020

Minha Vida de Repórter , José Maria de Aquino

JORNALISTA JOSÉ MARIA DE AQUINO RESGATA HISTÓRIAS DO FUTEBOL NO LIVRO  MINHA VIDA DE REPÓRTER  

Um resgate dos bastidores e curiosidades de fatos reais vividos pelo jornalista ao longo de mais de quatro décadas de coberturas nacionais e internacionais. Lançado pela editora Letras do Brasil, livro destaca a importância do papel do repórter num período pré-internet e traz como apêndice um "caderno de reportagens" com transcrições fiéis dos trabalhos originais tal como foram publicados na época 

Um longo bate-papo e um porre à mesa de um bar com Obdulio Varella, o carrasco do Brasil na Copa de 50. A cobertura do primeiro casamento de Pelé. Os bastidores da preparação da seleção brasileira em 70 e o plano liderado pelos jogadores para convencer Zagallo a escalar o time que eles julgavam capaz de levantar o tricampeonato mundial.

Uma conversa dramática com João do Pulo à beira da depressão após a amputação da perna mutilada num acidente. O olho clínico do jornalista observador para descobrir, no meio de tantas estrelas já consagradas, a magia de uma menina então desconhecida chamada Nadia Comaneci, nos Jogos de Montreal-76. As artimanhas para driblar a vigilância de um hospital de Houston-Texas para obter uma entrevista exclusiva com Tostão... 

As aventuras, dissabores, contratempos e truques de um repórter para enfrentar toda a sorte de dificuldades em coberturas internacionais sem as facilidades tecnológicas de hoje. Em Belgrado, correu risco de ser preso ao pular a janela para entrar e sair da casa onde estava hospedado. Em Moscou, teve que confiar numa russa que fazia câmbio paralelo de dólar numa balada para não entrar numa fria. Nas horas de maior aflição, quando nada parecia que ia salvar sua pele, recorreu a camisas da seleção autografadas para fazer um agrado aqui e acolá... 

Minha Vida de Repórter  não é um livro de memórias, tampouco uma autobiografia do jornalista José Maria de Aquino. A obra, que em 388 páginas reúne um fabuloso compilado de fatos reais vividos por ele ao longo de mais de quatro décadas de reportagem, é uma aula de jornalismo. E uma demonstração de amor pelo ofício de contar histórias. 

Boa parte do conteúdo fora redigido por anos a fio sem a pretensão de um dia virar livro. Aquino guardava seus escritos como um tesouro de família, que ele pretendia deixar de herança apenas para a mulher, Kátia, seus filhos e netos. Até que, perto de comemorar 87 anos de vida, foi convencido pela Letras do Brasil a compartilhar suas pequenas joias em formas de crônicas da realidade com uma legião de admiradores, amantes do esporte e todos os jovens que sonham com a profissão de jornalista. 

A estes restará a certeza de que escolheram uma profissão fascinante - e ao mesmo tempo desafiadora. Para a vida de um repórter não há manual de instruções. É preciso doses diárias de coragem para enfrentar o desconhecido e firme convicção para caminhar ao lado da verdade, da ética e do compromisso com a informação. Vale aprender com José Maria de Aquino, um mestre na arte do rigor da apuração bem feita e um especialista em técnicas de entrevista que não se ensinam nas escolas de jornalismo. 

Além dos capítulos que narram as histórias vividas pelo autor em 40 anos de atuação nos principais órgãos da imprensa brasileira (entre eles, Revista Placar, jornais O Estado de S.Paulo e Jornal da Tarde, e a Divisão de Esportes da Rede Globo de Televisão), Minha Vida de Repórter apresenta, num formato inovador, um caderno de reportagens. Nele estão transcrições fieis aos trabalhos originalmente publicados pelo autor nos veículos por onde passou. 

O livro tem a organização do jornalista Nelson Nunes. O prefácio é escrito pelo jornalista Milton Neves - que, com Aquino, divide a primazia de ser um dos mais representativos documentaristas da carreira, vida e obra de Pelé. "José Maria de Aquino é um acervo vivo da memória do futebol brasileiro e conhece esse negócio como poucos. É um jornalista puro, um repórter 100% verdade", diz Milton Neves. 

Como um inventário de mais de cinco décadas de profissão e quase 90 anos de vida,  Minha Vida de Repórter  é um legado que José Maria de Aquino deixa para a memória do futebol brasileiro. Uma obra fundamental para quem quer entender o presente conhecendo o passado daquele que foi um dia o chamado "País do Futebol". 

Sobre o autor -  José Maria de Aquino é jornalista e advogado. Nasceu em 18 de agosto de 1933, em Miracema (RJ). Sua carreira como jornalista foi iniciada em 1966, no extinto Jornal da Tarde, como repórter. No mesmo ano, ganhou o Troféu Pena de Ouro da Aceesp (associação dos Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo), com a matéria "Filpo, um amor antigo", assinada em parceria com Milton José de Oliveira. Também no JT conquistou, ao lado do fiel companheiro Michel Laurance, o Prêmio Esso de Jornalismo em 1969, com a reportagem "O jogador é um escravo", reproduzida no livro. Em 1970, foi levado pela Editora Abril para integrar a equipe de redação que fundou a Revista Placar. 

Deixou a revista em 1982, para comentar na TV Globo a Copa de 82, na Espanha. Fez carreira de sucesso na emissora até chegar a chefe de redação do departamento de esporte em São Paulo, período em que foi responsável pela formação de diversos talentos da empresa. Também atuou com destaque no jornal O Estado de S.Paulo e prestou consultoria para a implantação do canal SporTV. Aos 87 anos, ainda mantém seu DNA de repórter e comentarista com trabalhos publicados no Portal Terra e no site No Ângulo, além de suas redes sociais. Torcedor do São Paulo, é um crítico ferrenho do jogo robotizado dos dias atuais e emérito defensor do futebol-arte. 


INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA 


Cláudia Santos 

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CONTATO COM A EDITORA LETRAS DO BRASIL 

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Catálogo e vendas pelo site: www.letrasdobrasil.com.br

sexta-feira, 4 de setembro de 2020

Portal Sapo celebra 25 anos: Felicidades

O mundo da World Wide Web começava a disseminar-se pelo planeta e em Portugal não foi exceção. Foi neste ano que um grupo de jovens da Universidade de Aveiro lançou as primeiras páginas daquilo que viria a ser o maior portal agregador português, o Servidor de Apontadores Portugueses ou SAPO. Uma nova vida estava a chegar.  


O PRIMEIRO ANO

O SAPO dava os primeiros passos num mundo novo que viria a revolucionar a forma como vivemos. Nesta altura, este mundo era dominado simpaticamente por grupos de investigadores, techies e visionários, que começaram a reconhecer o potencial de comunicação e acesso à informação. Era o tempo da descoberta, o tempo das ligações com modems que faziam barulhos estranhos, enquanto se esperava calmamente (ou não!) que a informação começasse a surgir no ecrã, em páginas muito mais simples, pois ainda não se usavam muitas fotografias e o vídeo e a publicidade ainda estavam muito ausentes. É neste panorama que, em 1996, o SAPO deixa a Universidade de Aveiro e passa a ser propriedade da empresa Navegante, para fins de exploração comercial. 

O SAPO continua a crescer e a afirmar-se cada vez mais como a página de eleição dos internautas que começavam a disseminar-se em Portugal. E eis que surge o primeiro anúncio pop-up. Este foi também um ano rico em momentos marcantes. A morte trágica da princesa Diana correu mundo e a primeira sonda veicular foi enviada para Marte. Em Portugal, fazia-se a primeira edição do Festival Sudoeste, desenvolvendo no país este formato de espetáculo e divertimento. E por todo o mundo os espetadores rendiam-se à história de amor de ‘Titanic’.

Viaje na história 

https://www.sapo.pt/

quarta-feira, 2 de setembro de 2020

ABI sofre ataques mas não se cala

A ABI vai acionar a Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática, da Polícia Civil, contra ataque pesado de hackers ao site da  Casa do Jornalista. 

O portal saiu  do ar na  segunda-feira, 31 de agosto, pela manhã, e voltou às atividades somente na noite desta terça-feira, 1 de setembro. O portal ficou inoperante por mais de 24 horas e, mesmo depois de restabelecido, mostrou-se instável.    

Os IPs dos invasores foram identificados e bloqueados. Os ataques tiveram origem em vários países, dentre eles, Rússia, Holanda e Estados Unidos. Foram de tal monta que derrubaram o servidor. 

A recuperação do site da ABI envolveu  trabalho árduo e complexo de transferência de informações e backup das pastas, único modo de voltar com os dados sem risco de  vírus.  

Como se vê, o jogo está ficando cada vez mais bruto. (Fonte: Paulo Jerônimo Presidente da ABI- foto). 

terça-feira, 11 de agosto de 2020

Morre aos 77 anos o radialista Paulo Edson

 Morre aos 77 anos em Piracicaba, o radialista Paulo Edson

Paulo Edson era chamado de a “Voz do Rádio”, e fez carreira no jornalismo esportivo com  passagens por emissoras exemplo Record, Tupi, Bandeirantes 

Foto: Marcos Júnior Micheleti

Edson faleceu na manhã desta segunda-feira, 10, aos 77 anos, o jornalista Paulo Edson, histórico radialista que recebeu o apelido de “A Voz do Rádio”, onde era plantonista e ganhou notoriedade fazendo parte da Rádio Tupi.

O radialista estava internado no hospital de São Pedro, sua terra natal, devido ao um infarto e foi feita uma transferência para Santa Casa de Piracicaba, mas acabou não resistindo.

Ele fez parte da grande “Equipe 1040”, da Rádio Tupi, onde marcou época entre os anos 60 e 70, cuidando do plantão esportivo. Em 1973, foi para o Grupo Bandeirantes, fazendo aparições tanto na rádio como na TV. Passou também pela TV Record nos anos 90. Ele ara casado com Valdecila Alves Soares da Silva desde 1965 e teve três filhos. (Francisco Martins \ AgênciaFM). (Foto: Marcos Júnior Micheleti).