terça-feira, 29 de novembro de 2022
François Villon> mendido, boemio, assaltante e poeta
segunda-feira, 4 de julho de 2022
Bienal do livro: Portugal redescoberto pelo Brasil
Um dos pontos altos da Bienal são os contatos mais próximos com autores. Nesta edição estão confirmadas as presenças de grandes autores nacionais como Laurentino Gomes, Mario Sergio Cortella, Miriam Leitão, Itamar Vieira Jr., Ailton Krenak, Conceição Evaristo, Mauricio de Sousa, Thalita Rebouças e Tom Zé.
Entre os nomes internacionais, estarão o português Valter Hugo Mãe, a moçambicana Paulina Chiziane, o norte-americano Nathan Harris, autor de “A doçura da água”, e a espanhola Elena Armas, que virou sensação no TikTok com seu romance “Uma Farsa de Amor na Espanha”.
Portugal redescoberto pelo Brasil: Os portugueses não são as únicas estrelas do evento. 21 autores portugueses participam da Bienal do Livro de São Paulo: confira programação
O destaque é a expressiva comitiva de Portugal, país homenageado no ano em que se comemora o bicentenário da nossa Independência. A organização reservou-lhe um pavilhão próprio para receber 21 autores, incluindo representantes de etnias africanas e do Timor-Leste. Vêm ao Brasil Teolinda Gersão, Lídia Jorge, José Luís Peixoto e Gonçalo M. Tavares, ambos agraciados com o prêmio literário José Saramago.
Entre os brasileiros estão confirmados Laurentino Gomes, que lança a última parte de sua trilogia Escravidão, Itamar Vieira Jr., autor do best-seller Torto Arado, o líder indígena Ailton Krenak e o cartunista Mauricio de Sousa, entre muitos outros. Os caçadores de autógrafos também aguardam ansiosamente pelo norte-americano Nathan Harris, autor de A Doçura da Água, drama ambientado durante a Guerra Civil que chegou a ser recomendado pelo ex-presidente Barack Obama; virão ainda a espanhola Elena Armas, que se tornou celebridade após o sucesso de Uma Farsa de Amor na Espanha, e a chinesa Xiran Jay Zhao, que misturou ficção científica e lendas milenares em Viúva de Ferro. Na festa dos livros não há fronteiras. EVENTO SEGUE ATÉ DIA 10 DE JULHO. (Em destaque, escritor português Walter Hugo Mãe).
quinta-feira, 28 de abril de 2022
Lançamento do livro “Cinemando por Aí!!!” de Diaulas Ullysses
Lançamento do livro “Cinemando por Aí!!!” de Diaulas Ullysses
O lançamento do livro “Cinemando por Aí!!! Cine Caminhos das ações e realizadores de cinema da cidade de São Bernardo do Campo – SP, é meu primeiro livro autoral, e ele faz parte de uma coleção de memória do cinema/audiovisual das sete cidades que compõem a região do Grande ABC Paulista.
O livro é escrito com parte da pesquisa que realizei durante o período de pandemia do Covid19, e mais alguns materiais já catalogados anteriormente, juntos eles vem descrever a memória cinematográfica da cidade de São Bernardo do Campo – SP. Ele não se finda num só volume, porque a nossa história é muito rica e diversificada. Ele possui também os escritos pessoais de várias pessoas que trabalham ou trabalharam com cinema na cidade, e que puderam contar um pouco da sua vida profissional na área do audiovisual.
Breve perfil do autor
Diaulas Ullysses é cineasta, produtor, cineclubista e pesquisador de audiovisual - Graduado na Universidade Bandeirante de São Paulo em Rádio e TV, se formou em direção de cinema na Escola Livre de Cinema e Vídeo de Santo André e é fundador da Difilme Digital. Inquieto artista de audiovisual da região do Grande ABC SP, atua em várias frentes do cinema no Brasil. Participou da retomada do Movimento Cineclubista Brasília - 2004. Foi coordenador da montagem da sala de cinema municipal Cine Eldorado, Diadema/SP com a Cinemateca Brasileira em 2008. Desde 2012, realiza pesquisa sobre o cinema na região do Grande ABC Paulista, e participou dos
livros “Almanaque Ponto de Cultura Comunidade Audiovisual – Diadema –
2012” e “Aron Feldman – Cinema nas Veias, de Cláudio Feldman – Santo
André - 2021”.
Serviço:
Dia 29/04/2022, às 20hs.
Entrada Franca. Com sorteio de alguns exemplares.
Centro de Memória de São Bernardo do Campo
Alameda Glória, 197, Centro, São Bernardo do Campo - SP CEP 09725-390
sexta-feira, 11 de junho de 2021
" Coração Lento" de Frederico Pedreira,
O recente livro de Frederico Pedreira (Coração Lento, ed. Assírio & Alvim) é, a esse nível, exemplar. Exemplar porque este dispositivo encontra uma cristalização que nos permite pensar esta tendência recente, exemplar porque Frederico Pedreira tem uma oficina poética bastante bem feita, com um rigor na construção do poema que falta a muitos - mas a culpa não é deles, muitas vezes, mas da ausência de uma outra figura que desapareceu sem deixar rasto do panorama literário, o editor. Mas exemplar, também, porque Coração Lento permite perceber as limitações que esta tonalidade tem, esta, para citar Kafka - que não tem nada que ver com esta história -, “cinza que não é capaz de tomar um aspecto de vida”.
Com rigor em seus poemas, eis que nesse rigor na construção acaba por ser contrabalançado, arrastado, por um dispositivo retórico que está constantemente a ser usado e que se abate sobre praticamente todos os poemas de Coração Lento: é o poema “que não vale / mais que uma assinatura”, o “desengonçado estaleiro”, a “pobreza do verbo”, a “volta lenta dos derrotados”, o verso onde se vê “o verde dos olhos dissipar-se/ na chama triste do papel em branco”, a “pobre arte da oratória”, o coração “romântico, lasso, um pouco baço”, as palavras que “vogam acabrunhadas”. (Fram Martins \ sapo.pt - Foto: Jornal i Sapo].
quarta-feira, 28 de abril de 2021
Lançado Songbook Chão da Gente
Como parte do projeto do Festival SP Choro in Jazz, que aconteceu entre os dias 15 e 18 de abril de 2021, reunindo 22 instrumentistas de destaque na cena paulista, a Belic Arte.Cultura lança o Chão da Gente Songbook nas plataformas digitais. O trabalho é formado por 100 obras de choro, valsa, polca, baião e forró.
Distribuído gratuitamente, o songbook tem Alex Mendes na idealização e seleção de músicas e Ivan Melillo na digitalização e revisão de partituras. O lançamento ocorre no dia 24 de abril, sábado, às 11 horas, em live no Instagram - @festivalspchoroinjazz, com participação dos realizadores. A data foi escolhida em consonância com o Dia Nacional do Choro, 23 de abril, data comemorativa em celebração ao aniversário de Pixinguinha.
Chão da Gente Songbook traz músicas de importantes nomes da música instrumental brasileira, sobretudo do choro, como Marco Cesar (PE), Isaias Bueno de Almeida (SP), Israel Bueno (SP), Ausier Vinícius (MG) e compositores inspirados e não menos conhecidos como Ailton Reiner (BA), Ivan Melillo, Fernando Menezes (BA), Betto do Bandolim (PE) e Wanessa Dourado (SP), entre os 60 compositores selecionados. Todas as músicas possuem as cifras para acompanhamento, além da melodia para bandolim, cavaquinho, flauta e outros instrumentos em clave de sol.
“O objetivo principal desse trabalho é difundir o choro e suas vertentes, e apresentar aos músicos e estudante de música um repertório com novas composições, algumas já gravadas, outras registradas nas plataformas digitais e algumas ainda sem registro sonoro, dando luz a composições pouco conhecidas pelo público e pelos músicos”, comenta Alex Mendes, que é bandolinista do Conjunto Retratos e ilustrador. Ele completa: “Chão da Gente é um trabalho inspirado nos grandes chorões do passado que construíram cuidadosamente os alicerces desse chão de choro em que hoje pisamos”.
A distribuição do Chão da Gente Songbook não tem nenhum fim lucrativo e os direitos autorais são exclusivos e reservados a cada um dos compositores. O projeto Festival SP Choro in Jazz foi contemplado pela Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc, por meio do Edital ProAC Expresso LAB da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo e do Ministério do Turismo, Governo Federal.
Lançamento: Chão da Gente Songbook
Dia 24 de maio. Sábado, às 11h
Live com realizadores: Instagram - @festivalspchoroinjazz
https://www.instagram.com/festivalspchoroinjazz/
Informações à imprensa: VERBENA ASSESSORIA
segunda-feira, 28 de dezembro de 2020
‘Coleção Música Sacra Mineira’
‘Coleção Música Sacra Mineira’, com partituras dos séculos XVIII e XIX, está no Portal da Funarte. Publicações são produzidas pela Gerência de Edições do Centro de Programas Integrados da instituição
Funarte oferece, em versão digital, o primeiro volume da Coleção Música Sacra Mineira — inventário fundamental dos primórdios da produção musical brasileira, com partituras de obras dos séculos XVIII e XIX. Nas 347 páginas deste volume inicial, estão cinco das 77 obras que compõem a coleção — uma iniciativa que remonta ao passado da Funarte, quando uma série de pesquisas em acervos históricos resultou no levantamento deste repertório e, em etapas distintas, em publicações como O Ciclo do Ouro: o tempo e a música do Barroco católico (de Elmer C. Corrêa Barbosa, em 1979) e Catálogo de obras: música sacra mineira (de José Maria Neves, em 1997).
Na publicação que inaugura a fase digital da coletânea, o público terá acesso a criações dos compositores Lourenço José Fernandes Braziel (Salmo 129 — De profundis), Manoel Camelo (Flos Carmeli), Marcos Coelho Neto (Ladainha de Nossa Senhora a quatro), Antônio dos Santos Cunha (Hino e Antífona de Nossa Senhora) e Jerônimo de Souza Lobo (Novena de Nossa Senhora do Carmo). Produzido pela Gerência de Edições da Funarte (ligada ao Centro de Programas Integrados, o Cepin), o livro pode ser acessado na seção Edições Online do portal da FUNARTE
A organização do volume é do professor Carlos Alberto Figueiredo, doutor em Música pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), com estágio pós-doutoral no Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical (Cesem) da Universidade Nova de Lisboa (Portugal) e cursos de regência coral no Conservatório Real de Haia (Holanda) e na Fundação Kurt Thomas (também na Holanda) e na Bachakademie, de Stuttgart (Alemanha).
segunda-feira, 21 de dezembro de 2020
Funarte lança ‘Gesto Flamenco’, de Daniele Zill Livro sobre o universo da cultura flamenca
Livro foi lançado no dia 18 de dezembro, o Gesto Flamenco, da bailarina, coreógrafa e pesquisadora de movimento Daniele Zill. Com 144 páginas, Gesto Flamenco é fruto de uma imersão de longa data da intérprete em dança, com foco no flamenco. Vem contribuir para a reflexão, a memória e o pensamento crítico no campo das artes cênicas, da dança, da performance e, especificamente, da dança flamenca. Na obra, Daniele investiga o fascinante universo da cultura flamenca a partir do premiado espetáculo Las Cuatro Esquinas, da Companhia de Flamenco Del Puerto.
Com uma linguagem acessível ao grande público e uma visão privilegiada, que une experiências práticas nessa dança, música e fisioterapia, a autora revela em palavras a força expressiva habitada nas minúcias, nos movimentos e nas atitudes corporais que transpiram as particularidades do gesto flamenco.
Sobre a autora
Pesquisadora do movimento e das artes da cena, com ênfase nos estudos do corpo (análise do movimento, gesto flamenco) cultura e interdisciplinaridade. Atua como bailarina, bailarina/intérprete, coreógrafa e produtora da Companhia de Flamenco Del Puerto, e como professora do ensino regular de dança e música na mesma escola, da qual também é diretora-geral.
Foi premiada com Melhor Espetáculo (2012, 2008, 2007) e Melhor Produção (2012, 2016) no Prêmio Açorianos de Dança/RS e indicada a Melhor Atriz no Prêmio Tibicuera de Teatro Infanto-juvenil 2016. É graduada em Fisioterapia (ULBRA/2001), especialista em Acupuntura Chinesa (2003) e Reeducação Postural Global (2004) e formação conservatorial em Música – Piano (1995), bolsista CAPES de 2015 a 2017 e mestre em Artes Cênicas pelo PPGAC/UFRGS (2017).
Encomendas para todo o Brasil
Livraria Mário de Andrade (Funarte): livraria@funarte.gov.br
Preço: R$ 40,00
Mais informações para o público: edicoes@funarte.gov.br
quinta-feira, 19 de novembro de 2020
Livro ‘Carta ao Sol’ retrata sutilezas do teatro
Funarte lança a coletânea da atriz e dramaturga Susana Fuentes, com prefácio de Nélida Pinõn, no dia 29, quinta, em vídeo na internet
A Fundação Nacional de Artes – Funarte lança a coletânea de contos Carta ao Sol, da atriz, escritora e dramaturga Susana Fuentes, no dia 29 de outubro, quinta-feira. As 36 histórias do livro expressam as experiências e impressões da autora, vividas em meio ao fazer teatral. O prefácio é de Nélida Piñon. O lançamento da publicação será às 17h, num bate-papo com a autora, em vídeo no canal da Funarte no Youtube: www.youtube.com/funarte . O acesso é livre.
A premiada escritora Claudia Lage tece comentários a respeito do livro: “O que há por trás de uma paisagem, de um gesto, de um olhar, de uma pessoa? Nestes contos breves e inspirados, Susana Fuentes descortina o nosso cotidiano com o olhar inquieto e lírico […] é dos detalhes, como a ponta de um iceberg, que emerge a visão de uma totalidade, uma existência inteira”.
Nélida Piñon, escritora e integrante da Academia Brasileira de Letras, com mais de 20 prêmios – 14 deles internacionais –, acrescenta: “Susana Fuentes é uma criadora que imerge na linguagem e no fervor narrativo com igual equilíbrio. Ao conjugar dois extremos que se necessitam, ela submete-se às exigências e às peculiaridades da arte de narrar, enquanto, por sua condição de atriz, adiciona à criação gestos, vozes, movimentos corpóreos, sons, todos provindos de matéria teatral. […] A intimidade com variados aspectos cênicos, aparentemente alheios à arte narrativa, provocou no texto um efeito encantatório, inesperado.”.
A autora
Susana Fuentes escreveu o romance Luzia – finalista do Prêmio São Paulo de Literatura – e o livro de contos Escola de gigantes, da seleção Biblioteca do Professor do programa Rio, uma cidade de leitores, da Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro. É autora da peça teatral Prelúdios, em quatro caixas de lembranças e uma canção de amor desfeito, um solo, onde também atua – trabalho selecionado para o The New York International Fringe Festival (EUA). Participou com seus contos de diferentes antologias e teve seus textos traduzidos para o inglês e o espanhol, em revistas como Wasafiri – International Contemporary Writing e Machado de Assis Magazine. Formou-se em Letras pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), onde fez mestrado em Literatura Brasileira e doutorado em Literatura Comparada.
Lançamento do livro
Carta ao Sol
Autora: Susana Fuentes
Edições Funarte
Formato: 16x23cm
Nº de páginas: 128
ISBN: 978-85-7507-208-0
Aquisição em todo o Brasil, pela Livraria Mário de Andrade (Funarte), somente através do e-mail: livraria@funarte.gov.br
Preço: R$ 30
Bate-papo em vídeo – 29 de outubro de 2020, às 17h
Com a autora, Susana Fuentes; o gerente de edições – Cepin Funarte, José Maurício Moreira, e o servidor da GED Carlos Eduardo Drummond
Canal da Funarte: www.youtube.com/funarte
Mais informações para o público
Fundação Nacional de Artes –
Funarte | Gerência de Edições: edicoes@funarte.gov.br
quarta-feira, 11 de novembro de 2020
Humorista Marina Miranda ganha biografia
Primeira humorista negra de sucesso na TV brasileira, Marina Miranda é homenageada com livro da Funarte
"Marina Miranda – Além da 'Crioula Difícil'", de Clóvis Corrêa, com Prefácio de Ricardo Cravo Albin, é lançado online em vídeo, dia 30 de setembro, no canal da Fundação
A Fundação Nacional de Artes – Funarte lança o livro Marina Miranda – Além da Crioula Difícil, de Clóvis Corrêa, tributo à comediante e cantora, que fez sucesso nas décadas de 1970 e 1980. O lançamento será num bate-papo com o autor, em vídeo no canal da Funarte no Youtube, na quarta-feira, às 17h.
Hoje com 90 anos, Marina foi a primeira humorista negra que alcançou destaque na televisão brasileira – famosa ao lado do colega Tião Macalé, no quadro Crioulo e Crioula Difícil, do programa cômico Balança mas Não Cai. Com prefácio de Ricardo Cravo Albin, a narrativa-reportagem, apresenta a trajetória da artista, em teatro, cinema, rádio e TV.
Marina Miranda iniciou a carreira nos anos 1950, cantando ópera na Rádio Nacional. Mas consagrou-se como intérprete de marchinhas, o que alavancou sua carreira de comediante. Ao todo, foram 70 anos de trabalho artístico. “Grande Otelo de Saias” e “Josephine Baker brasileira” foram algumas das expressões usadas para definir a atriz, no período de seu maior sucesso.
O autor
Dramaturgo, roteirista e produtor cultural, o jornalista carioca Clóvis Corrêa trabalhou em rádio e TV. Escreveu para os jornais Papo Teatral, Metrô Press, O Pontual e O Globo. Através da Fábrica de Dramaturgia Domingos de Oliveira, começou a escrever textos teatrais, em parceria com Alexandre Morcillo.
Suas primeiras peças foram: Cem anos de Machado de Assis e a adaptação do livro Galvez, Imperador do Acre, de Márcio Souza. Foi coautor da montagem infantil Um Amor de Circo e das comédias Um Dia de Madame, Baixou um Elvis em Mim e O Último Capítulo. No cinema, foi roteirista do curta-metragem Chapa Quente, dirigido por Ricardo Brasil para o projeto Enquadros Negros.
Serviço:
Lançamento do livro
Marina Miranda – Além da “Crioula Difícil” de Clóvis Corrêa
Edições Funarte
168 páginas
Bate-papo com o autor: dia 30 de setembro, quarta-feira, às 17h
Acesso gratuito, no canal: www.youtube.com/funarte
O vídeo ficará disponível no canal da Funarte também após o lançamento.
Encomendas para todo o Brasil
Livraria Mário de Andrade (Funarte): livraria@funarte.gov.br
Preço: R$ 30
terça-feira, 15 de setembro de 2020
Minha Vida de Repórter , José Maria de Aquino
Um resgate dos bastidores e curiosidades de fatos reais vividos pelo jornalista ao longo de mais de quatro décadas de coberturas nacionais e internacionais. Lançado pela editora Letras do Brasil, livro destaca a importância do papel do repórter num período pré-internet e traz como apêndice um "caderno de reportagens" com transcrições fiéis dos trabalhos originais tal como foram publicados na época
Um longo bate-papo e um porre à mesa de um bar com Obdulio Varella, o carrasco do Brasil na Copa de 50. A cobertura do primeiro casamento de Pelé. Os bastidores da preparação da seleção brasileira em 70 e o plano liderado pelos jogadores para convencer Zagallo a escalar o time que eles julgavam capaz de levantar o tricampeonato mundial.
Uma conversa dramática com João do Pulo à beira da depressão após a amputação da perna mutilada num acidente. O olho clínico do jornalista observador para descobrir, no meio de tantas estrelas já consagradas, a magia de uma menina então desconhecida chamada Nadia Comaneci, nos Jogos de Montreal-76. As artimanhas para driblar a vigilância de um hospital de Houston-Texas para obter uma entrevista exclusiva com Tostão...
As aventuras, dissabores, contratempos e truques de um repórter para enfrentar toda a sorte de dificuldades em coberturas internacionais sem as facilidades tecnológicas de hoje. Em Belgrado, correu risco de ser preso ao pular a janela para entrar e sair da casa onde estava hospedado. Em Moscou, teve que confiar numa russa que fazia câmbio paralelo de dólar numa balada para não entrar numa fria. Nas horas de maior aflição, quando nada parecia que ia salvar sua pele, recorreu a camisas da seleção autografadas para fazer um agrado aqui e acolá...
Minha Vida de Repórter não é um livro de memórias, tampouco uma autobiografia do jornalista José Maria de Aquino. A obra, que em 388 páginas reúne um fabuloso compilado de fatos reais vividos por ele ao longo de mais de quatro décadas de reportagem, é uma aula de jornalismo. E uma demonstração de amor pelo ofício de contar histórias.
Boa parte do conteúdo fora redigido por anos a fio sem a pretensão de um dia virar livro. Aquino guardava seus escritos como um tesouro de família, que ele pretendia deixar de herança apenas para a mulher, Kátia, seus filhos e netos. Até que, perto de comemorar 87 anos de vida, foi convencido pela Letras do Brasil a compartilhar suas pequenas joias em formas de crônicas da realidade com uma legião de admiradores, amantes do esporte e todos os jovens que sonham com a profissão de jornalista.
A estes restará a certeza de que escolheram uma profissão fascinante - e ao mesmo tempo desafiadora. Para a vida de um repórter não há manual de instruções. É preciso doses diárias de coragem para enfrentar o desconhecido e firme convicção para caminhar ao lado da verdade, da ética e do compromisso com a informação. Vale aprender com José Maria de Aquino, um mestre na arte do rigor da apuração bem feita e um especialista em técnicas de entrevista que não se ensinam nas escolas de jornalismo.
Além dos capítulos que narram as histórias vividas pelo autor em 40 anos de atuação nos principais órgãos da imprensa brasileira (entre eles, Revista Placar, jornais O Estado de S.Paulo e Jornal da Tarde, e a Divisão de Esportes da Rede Globo de Televisão), Minha Vida de Repórter apresenta, num formato inovador, um caderno de reportagens. Nele estão transcrições fieis aos trabalhos originalmente publicados pelo autor nos veículos por onde passou.
O livro tem a organização do jornalista Nelson Nunes. O prefácio é escrito pelo jornalista Milton Neves - que, com Aquino, divide a primazia de ser um dos mais representativos documentaristas da carreira, vida e obra de Pelé. "José Maria de Aquino é um acervo vivo da memória do futebol brasileiro e conhece esse negócio como poucos. É um jornalista puro, um repórter 100% verdade", diz Milton Neves.
Como um inventário de mais de cinco décadas de profissão e quase 90 anos de vida, Minha Vida de Repórter é um legado que José Maria de Aquino deixa para a memória do futebol brasileiro. Uma obra fundamental para quem quer entender o presente conhecendo o passado daquele que foi um dia o chamado "País do Futebol".
Sobre o autor - José Maria de Aquino é jornalista e advogado. Nasceu em 18 de agosto de 1933, em Miracema (RJ). Sua carreira como jornalista foi iniciada em 1966, no extinto Jornal da Tarde, como repórter. No mesmo ano, ganhou o Troféu Pena de Ouro da Aceesp (associação dos Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo), com a matéria "Filpo, um amor antigo", assinada em parceria com Milton José de Oliveira. Também no JT conquistou, ao lado do fiel companheiro Michel Laurance, o Prêmio Esso de Jornalismo em 1969, com a reportagem "O jogador é um escravo", reproduzida no livro. Em 1970, foi levado pela Editora Abril para integrar a equipe de redação que fundou a Revista Placar.
Deixou a revista em 1982, para comentar na TV Globo a Copa de 82, na Espanha. Fez carreira de sucesso na emissora até chegar a chefe de redação do departamento de esporte em São Paulo, período em que foi responsável pela formação de diversos talentos da empresa. Também atuou com destaque no jornal O Estado de S.Paulo e prestou consultoria para a implantação do canal SporTV. Aos 87 anos, ainda mantém seu DNA de repórter e comentarista com trabalhos publicados no Portal Terra e no site No Ângulo, além de suas redes sociais. Torcedor do São Paulo, é um crítico ferrenho do jogo robotizado dos dias atuais e emérito defensor do futebol-arte.
INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA
Cláudia Santos
Connectare Comunicação
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(11) 97663-4001
CONTATO COM A EDITORA LETRAS DO BRASIL
Robson Morelli
Tel: (11) 99110-8899 (Robson Morelli)
Catálogo e vendas pelo site: www.letrasdobrasil.com.br
segunda-feira, 15 de junho de 2020
história de amor de Cary Grant e Randolph Scott

quinta-feira, 5 de dezembro de 2019
“Ela salvou minha vida” de Eduardo Sacchiero
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Eduardo Sacchiero e Hebe Camargo |
quinta-feira, 24 de outubro de 2019
Lançamento Enciclopédia Mazzaropi de Cinema
quarta-feira, 23 de outubro de 2019
"Me" autobiografia de Sir Elton John
quarta-feira, 26 de junho de 2019
Candido Portinari tem poemas reeditados
quinta-feira, 6 de junho de 2019
Funarte lança livro com textos de autores teatrias negros

terça-feira, 21 de maio de 2019
Funarte publica peças infantis de Benjamim Santos
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Foto: João Batista Mendes |