Páginas

Mostrando postagens com marcador livros. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador livros. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 29 de novembro de 2022

François Villon> mendido, boemio, assaltante e poeta

François VillonVillon foi mendigo, escroque, vagabundo, assassino e acima de tudo: poeta Certa vez, perguntado se um criminoso seria capaz de escrever poesia: Freud disse não, e acrescentou algo sobre a bondade como fundamento da arte poética. 


Freud, revelou assim, que ainda não tinha chegado, no seu livro de preferência, até a letra V e não tinha lido o verbete Villon. Com efeitos e fatos Villon desmente toda essa bobagem. Não que o crime sirva de manifesto e trampolim mas, Villon foi mendigo, escroque, vagabundo e assassino. É um desmentido a tudo que é honesto, culto e fino; mas não ao humano. Foi também, um grande poeta. Villon nasceu em Paris, provavelmente em 1431, estudou na Sorbonne e diplomou-se em 1452, em Magister Artium. Ele não saiu dos círculos universitários. Ligou-se aos goliardos ou clérigos itinerantes, vagabundos, o que mais tarde viria a ser boêmia. Foi uma vida alegre e miserável, desafiando o mundo oficial e suas leis. Em 1455, no dia de Corpus Christ ele matou um sacerdote e escapando - não se sabe como - à punição. Na noite de Natal de 1458, participou de um assalto a uma tesouraria do College Navarre. 

Cadeeiro

Fugiu, retornando à cidade em 1462, e em tumulto noturno de ruas, matou mais uma pessoa. Desta vez foi condenado à morte na força. Mas, apelou e, no decreto de 5 de janeiro de 1463 a pena capital foi comutada em desterro vitalício, sendo-lhe proibida a permanência em Paris. Não se sabe aonde foi. Não se sabe mais nada. Desconhece-se a data e o lugar de sua morte. O livro Editado pela primeira vez em 1489, a obra de Villon " O Grande Testamento" o fez ser considerado o maior poeta da língua francesa. 

O livro, "O Grande Testamento" uma espécie de testamentos humorísticos em que lega aos seus inimigos suas misérias e tudo que o aborrece. Existem trechos de reflexões morais, autobiográficas de desconcertante sinceridade e poesias de um encanto irresistível. Passaram-se 538 anos, mas Villon, porta-voz de uma civilização totalmente desaparecida, nos fala como se fosse nosso contemporâneo. Villon, exprimiu o furor e o desdém irônico da rebelião social. Espantou-se da morte: lamentando o desaparecimento de sua amante, escreve: Mort J' appelle de ta rigueur, qui m"a ma maitresse ravie... Mais que te nuysoit - elle en vie, mort?. Mas é no primeiro verso do livro que só tem legar pobreza, sujeira, infâmias, desesperos e imundices. 

Após as estrofes 40 ou 41, a descrição de todos os horrores de morte: face hipócrita, suor frio, expectorações nojentas. Nestes capítulos, o tema musical é "Ballade des Dames" que significa a morte. Existe, também, o Villon nobre filho de uma civilização requintada: a Borgonha do século XV, época de cronistas como, Froissart e de pintores góticos Flamboyant. Mas o seu tema preferido é sem dúvida a morte, esta não significa para ele, um flagelo dos pecados nem porta de entrada do paraíso. Villon é o maior representante de sua época, ao mesmo tempo um representante completo da humanidade de todos os tempos. 

A devassidão, a blasfêmia, o crime e a boemia, Villon não se gabou disto, simplesmente era consciente da fragilidade de nossa natureza humana.  Villon foi mendigo, escroque, vagabundo, assassino e acima de tudo: poeta Certa vez, perguntado se um criminoso seria capaz de escrever poesia: Freud disse não, e acrescentou algo sobre a bondade como fundamento da arte poética. Freud, revelou assim, que ainda não tinha chegado, no seu livro de preferência, até a letra V e não tinha lido o verbete Villon. Com efeitos e fatos Villon desmente toda essa bobagem. Não que o crime sirva de manifesto e trampolim mas, Villon foi mendigo, escroque, vagabundo e assassino. É um desmentido a tudo que é honesto, culto e fino; mas não ao humano. Foi também, um grande poeta. 

Nascido

Villon nasceu em Paris, provavelmente em 1431, estudou na Sorbonne e diplomou-se em 1452, em Magister Artium. Ele não saiu dos círculos universitários. Ligou-se aos goliardos ou clérigos itinerantes, vagabundos, o que mais tarde viria a ser boêmia. Foi uma vida alegre e miserável, desafiando o mundo oficial e suas leis. Em 1455, no dia de Corpus Christ ele matou um sacerdote e escapando - não se sabe como - à punição. Na noite de Natal de 1458, participou de um assalto a uma tesouraria do College Navarre. Fugiu, retornando à cidade em 1462, e em tumulto noturno de ruas, matou mais uma pessoa. Desta vez foi condenado à morte na força. Mas, apelou e, no decreto de 5 de janeiro de 1463 a pena capital foi comutada em desterro vitalício, sendo-lhe proibida a permanência em Paris. Não se sabe aonde foi. Não se sabe mais nada. Desconhece-se a data e o lugar de sua morte. O livro Editado pela primeira vez em 1489, a obra de Villon " O Grande Testamento" o fez ser considerado o maior poeta da língua francesa. 

Livro

O livro, uma espécie de testamentos humorísticos em que lega aos seus inimigos suas misérias e tudo que o aborrece. Existem trechos de reflexões morais, autobiográficas de desconcertante sinceridade e poesias de um encanto irresistível. Passaram-se 538 anos, mas Villon, porta-voz de uma civilização totalmente desaparecida, nos fala como se fosse nosso contemporâneo. Villon, exprimiu o furor e o desdém irônico da rebelião social. Espantou-se da morte: lamentando o desaparecimento de sua amante, escreve: Mort J' appelle de ta rigueur, qui m"a ma maitresse ravie... Mais que te nuysoit - elle en vie, mort?. Mas é no primeiro verso do livro que só tem legar pobreza, sujeira, infâmias, desesperos e imundices. Após as estrofes 40 ou 41, a descrição de todos os horrores de morte: face hipócrita, suor frio, expectorações nojentas. Nestes capítulos, o tema musical é "Ballade des Dames" que significa a morte. 

O nobre

Existe, também, o Villon nobre filho de uma civilização requintada: a Borgonha do século XV, época de cronistas como, Froissart e de pintores góticos Flamboyant. Mas o seu tema preferido é sem dúvida a morte, esta não significa para ele, um flagelo dos pecados nem porta de entrada do paraíso. Villon é o maior representante de sua época, ao mesmo tempo um representante completo da humanidade de todos os tempos. A devassidão, a blasfêmia, o crime e a boêmia, Villon não se gabou disto, simplesmente era consciente da fragilidade de nossa natureza humana. *(agenciafm@gmail.com)

segunda-feira, 4 de julho de 2022

Bienal do livro: Portugal redescoberto pelo Brasil

Depois de um intervalo de quatro anos provocado pela pandemia de Covid-19, a Bienal Internacional do Livro voltou a acontecer de forma presencial, a partir das 10h deste sábado (2). O evento conta com a participação de 182 expositores e cerca de 500 selos editoriais. 

Um dos pontos altos da Bienal são os contatos mais próximos com autores. Nesta edição estão confirmadas as presenças de grandes autores nacionais como Laurentino Gomes, Mario Sergio Cortella, Miriam Leitão, Itamar Vieira Jr., Ailton Krenak, Conceição Evaristo, Mauricio de Sousa, Thalita Rebouças e Tom Zé.

Entre os nomes internacionais, estarão o português Valter Hugo Mãe, a moçambicana Paulina Chiziane, o norte-americano Nathan Harris, autor de “A doçura da água”, e a espanhola Elena Armas, que virou sensação no TikTok com seu romance “Uma Farsa de Amor na Espanha”.

Portugal redescoberto pelo Brasil: Os portugueses não são as únicas estrelas do evento. 21 autores portugueses participam da Bienal do Livro de São Paulo: confira programação

O destaque é a expressiva comitiva de Portugal, país homenageado no ano em que se comemora o bicentenário da nossa Independência. A organização reservou-lhe um pavilhão próprio para receber 21 autores, incluindo representantes de etnias africanas e do Timor-Leste. Vêm ao Brasil Teolinda Gersão, Lídia Jorge, José Luís Peixoto e Gonçalo M. Tavares, ambos agraciados com o prêmio literário José Saramago. 

 Entre os brasileiros estão confirmados Laurentino Gomes, que lança a última parte de sua trilogia Escravidão, Itamar Vieira Jr., autor do best-seller Torto Arado, o líder indígena Ailton Krenak e o cartunista Mauricio de Sousa, entre muitos outros. Os caçadores de autógrafos também aguardam ansiosamente pelo norte-americano Nathan Harris, autor de A Doçura da Água, drama ambientado durante a Guerra Civil que chegou a ser recomendado pelo ex-presidente Barack Obama; virão ainda a espanhola Elena Armas, que se tornou celebridade após o sucesso de Uma Farsa de Amor na Espanha, e a chinesa Xiran Jay Zhao, que misturou ficção científica e lendas milenares em Viúva de Ferro. Na festa dos livros não há fronteiras. EVENTO SEGUE ATÉ DIA 10 DE JULHO. (Em destaque, escritor português Walter Hugo Mãe). 




quinta-feira, 28 de abril de 2022

Lançamento do livro “Cinemando por Aí!!!” de Diaulas Ullysses

Lançamento do livro “Cinemando por Aí!!!” de Diaulas Ullysses


O lançamento do livro “Cinemando por Aí!!! Cine Caminhos das ações e realizadores de cinema da cidade de São Bernardo do Campo – SP, é meu primeiro livro autoral, e ele faz parte de uma coleção de memória do cinema/audiovisual das sete cidades que compõem a região do Grande ABC Paulista. 


O livro é escrito com parte da pesquisa que realizei durante o período de pandemia do Covid19, e mais alguns materiais já catalogados anteriormente, juntos eles vem descrever a memória cinematográfica da cidade de São Bernardo do Campo – SP. Ele não se finda num só volume, porque a nossa história é muito rica e diversificada. Ele possui também os escritos pessoais de várias pessoas que trabalham ou trabalharam com cinema na cidade, e que puderam contar um pouco da sua vida profissional na área do audiovisual. 

Breve perfil do autor 

Diaulas Ullysses é cineasta, produtor, cineclubista e pesquisador de audiovisual - Graduado na Universidade Bandeirante de São Paulo em Rádio e TV, se formou em direção de cinema na Escola Livre de Cinema e Vídeo de Santo André e é fundador da Difilme Digital. Inquieto artista de audiovisual da região do Grande ABC SP, atua em várias frentes do cinema no Brasil. Participou da retomada do Movimento Cineclubista Brasília - 2004. Foi coordenador da montagem da sala de cinema municipal Cine Eldorado, Diadema/SP com a Cinemateca Brasileira em 2008. Desde 2012, realiza pesquisa sobre o cinema na região do Grande ABC Paulista, e participou dos

livros “Almanaque Ponto de Cultura Comunidade Audiovisual – Diadema –

2012” e “Aron Feldman – Cinema nas Veias, de Cláudio Feldman – Santo

André - 2021”.

Serviço:

Dia 29/04/2022, às 20hs.

Entrada Franca. Com sorteio de alguns exemplares.

Centro de Memória de São Bernardo do Campo

Alameda Glória, 197, Centro, São Bernardo do Campo - SP CEP 09725-390

sexta-feira, 11 de junho de 2021

" Coração Lento" de Frederico Pedreira,

O recente livro de Frederico Pedreira, Coração Lento, é um bom exemplo de uma tendência para reduzir tudo a um cinzentismo que não parece deixar grande saída.

O recente livro de Frederico Pedreira (Coração Lento, ed. Assírio & Alvim) é, a esse nível, exemplar. Exemplar porque este dispositivo encontra uma cristalização que nos permite pensar esta tendência recente, exemplar porque Frederico Pedreira tem uma oficina poética bastante bem feita, com um rigor na construção do poema que falta a muitos - mas a culpa não é deles, muitas vezes, mas da ausência de uma outra figura que desapareceu sem deixar rasto do panorama literário, o editor. Mas exemplar, também, porque Coração Lento permite perceber as limitações que esta tonalidade tem, esta, para citar Kafka - que não tem nada que ver com esta história -, “cinza que não é capaz de tomar um aspecto de vida”. 

Com rigor em seus poemas, eis que nesse rigor na construção acaba por ser contrabalançado, arrastado, por um dispositivo retórico que está constantemente a ser usado e que se abate sobre praticamente todos os poemas de Coração Lento: é o poema “que não vale / mais que uma assinatura”, o “desengonçado estaleiro”, a “pobreza do verbo”, a “volta lenta dos derrotados”, o verso onde se vê “o verde dos olhos dissipar-se/ na chama triste do papel em branco”, a “pobre arte da oratória”, o coração “romântico, lasso, um pouco baço”, as palavras que “vogam acabrunhadas”. (Fram Martins \ sapo.pt - Foto: Jornal i Sapo]

quarta-feira, 28 de abril de 2021

Lançado Songbook Chão da Gente

Integrando as ações do Festival SP Choro in Jazz, a obra traz 100 peças de choro, valsa, polca, baião e forró, selecionadas por Alex Mendes. 

Como parte do projeto do Festival SP Choro in Jazz, que aconteceu entre os dias 15 e 18 de abril de 2021, reunindo 22 instrumentistas de destaque na cena paulista, a Belic Arte.Cultura lança o Chão da Gente Songbook nas plataformas digitais. O trabalho é formado por 100 obras de choro, valsa, polca, baião e forró.

Distribuído gratuitamente, o songbook tem Alex Mendes na idealização e seleção de músicas e Ivan Melillo na digitalização e revisão de partituras. O lançamento ocorre no dia 24 de abril, sábado, às 11 horas, em live no Instagram - @festivalspchoroinjazz, com participação dos realizadores. A data foi escolhida em consonância com o Dia Nacional do Choro, 23 de abril, data comemorativa em celebração ao aniversário de Pixinguinha.

Chão da Gente Songbook traz músicas de importantes nomes da música instrumental brasileira, sobretudo do choro, como Marco Cesar (PE), Isaias Bueno de Almeida (SP), Israel Bueno (SP), Ausier Vinícius (MG) e compositores inspirados e não menos conhecidos como Ailton Reiner (BA), Ivan Melillo, Fernando Menezes (BA), Betto do Bandolim (PE) e Wanessa Dourado (SP), entre os 60 compositores selecionados. Todas as músicas possuem as cifras para acompanhamento, além da melodia para bandolim, cavaquinho, flauta e outros instrumentos em clave de sol.

“O objetivo principal desse trabalho é difundir o choro e suas vertentes, e apresentar aos músicos e estudante de música um repertório com novas composições, algumas já gravadas, outras registradas nas plataformas digitais e algumas ainda sem registro sonoro, dando luz a composições pouco conhecidas pelo público e pelos músicos”, comenta Alex Mendes, que é bandolinista do Conjunto Retratos e ilustrador. Ele completa: “Chão da Gente é um trabalho inspirado nos grandes chorões do passado que construíram cuidadosamente os alicerces desse chão de choro em que hoje pisamos”. 

A distribuição do Chão da Gente Songbook não tem nenhum fim lucrativo e os direitos autorais são exclusivos e reservados a cada um dos compositores. O projeto Festival SP Choro in Jazz foi contemplado pela Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc, por meio do Edital ProAC Expresso LAB da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo e do Ministério do Turismo, Governo Federal.


Lançamento: Chão da Gente Songbook

Dia 24 de maio. Sábado, às 11h

Live com realizadores: Instagram - @festivalspchoroinjazz

https://www.instagram.com/festivalspchoroinjazz/

Informações à imprensa: VERBENA ASSESSORIA

segunda-feira, 28 de dezembro de 2020

‘Coleção Música Sacra Mineira’

‘Coleção Música Sacra Mineira’, com partituras dos séculos XVIII e XIX, está no Portal da Funarte. Publicações são produzidas pela Gerência de Edições do Centro de Programas Integrados da instituição

Funarte oferece, em versão digital, o primeiro volume da Coleção Música Sacra Mineira — inventário fundamental dos primórdios da produção musical brasileira, com partituras de obras dos séculos XVIII e XIX. Nas 347 páginas deste volume inicial, estão cinco das 77 obras que compõem a coleção — uma iniciativa que remonta ao passado da Funarte, quando uma série de pesquisas em acervos históricos resultou no levantamento deste repertório e, em etapas distintas, em publicações como O Ciclo do Ouro: o tempo e a música do Barroco católico (de Elmer C. Corrêa Barbosa, em 1979) e Catálogo de obras: música sacra mineira (de José Maria Neves, em 1997).

Na publicação que inaugura a fase digital da coletânea, o público terá acesso a criações dos compositores Lourenço José Fernandes Braziel (Salmo 129 — De profundis), Manoel Camelo (Flos Carmeli), Marcos Coelho Neto (Ladainha de Nossa Senhora a quatro), Antônio dos Santos Cunha (Hino e Antífona de Nossa Senhora) e Jerônimo de Souza Lobo (Novena de Nossa Senhora do Carmo). Produzido pela Gerência de Edições da Funarte (ligada ao Centro de Programas Integrados, o Cepin), o livro pode ser acessado na seção Edições Online do portal da FUNARTE

A organização do volume é do professor Carlos Alberto Figueiredo, doutor em Música pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), com estágio pós-doutoral no Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical (Cesem) da Universidade Nova de Lisboa (Portugal) e cursos de regência coral no Conservatório Real de Haia (Holanda) e na Fundação Kurt Thomas (também na Holanda) e na Bachakademie, de Stuttgart (Alemanha).


segunda-feira, 21 de dezembro de 2020

  Funarte lança ‘Gesto Flamenco’, de Daniele Zill Livro sobre o universo da cultura flamenca 

Livro foi lançado no dia 18 de dezembro, o Gesto Flamenco, da bailarina, coreógrafa e pesquisadora de movimento Daniele Zill. Com 144 páginas, Gesto Flamenco é fruto de uma imersão de longa data da intérprete em dança, com foco no flamenco. Vem contribuir para a reflexão, a memória e o pensamento crítico no campo das artes cênicas, da dança, da performance e, especificamente, da dança flamenca. Na obra, Daniele investiga o fascinante universo da cultura flamenca a partir do premiado espetáculo Las Cuatro Esquinas, da Companhia de Flamenco Del Puerto.

Com uma linguagem acessível ao grande público e uma visão privilegiada, que une experiências práticas nessa dança, música e fisioterapia, a autora revela em palavras a força expressiva habitada nas minúcias, nos movimentos e nas atitudes corporais que transpiram as particularidades do gesto flamenco. 


Sobre a autora


Pesquisadora do movimento e das artes da cena, com ênfase nos estudos do corpo (análise do movimento, gesto flamenco) cultura e interdisciplinaridade. Atua como bailarina, bailarina/intérprete, coreógrafa e produtora da Companhia de Flamenco Del Puerto, e como professora do ensino regular de dança e música na mesma escola, da qual também é diretora-geral.


Foi premiada com Melhor Espetáculo (2012, 2008, 2007) e Melhor Produção (2012, 2016) no Prêmio Açorianos de Dança/RS e indicada a Melhor Atriz no Prêmio Tibicuera de Teatro Infanto-juvenil 2016. É graduada em Fisioterapia (ULBRA/2001), especialista em Acupuntura Chinesa (2003) e Reeducação Postural Global (2004) e formação conservatorial em Música – Piano (1995), bolsista CAPES de 2015 a 2017 e mestre em Artes Cênicas pelo PPGAC/UFRGS (2017).

Encomendas para todo o Brasil

Livraria Mário de Andrade (Funarte): livraria@funarte.gov.br

Preço: R$ 40,00

Mais informações para o público: edicoes@funarte.gov.br

quinta-feira, 19 de novembro de 2020

Livro ‘Carta ao Sol’ retrata sutilezas do teatro

Funarte lança a coletânea da atriz e dramaturga Susana Fuentes, com prefácio de Nélida Pinõn, no dia 29, quinta, em vídeo na internet 


A Fundação Nacional de Artes – Funarte lança a coletânea de contos Carta ao Sol, da atriz, escritora e dramaturga Susana Fuentes, no dia 29 de outubro, quinta-feira. As 36 histórias do livro expressam as experiências e impressões da autora, vividas em meio ao fazer teatral. O prefácio é de Nélida Piñon. O lançamento da publicação será às 17h, num bate-papo com a autora, em vídeo no canal da Funarte no Youtube: www.youtube.com/funarte  . O acesso é livre.

A premiada escritora Claudia Lage tece comentários a respeito do livro: “O que há por trás de uma paisagem, de um gesto, de um olhar, de uma pessoa? Nestes contos breves e inspirados, Susana Fuentes descortina o nosso cotidiano com o olhar inquieto e lírico […] é dos detalhes, como a ponta de um iceberg, que emerge a visão de uma totalidade, uma existência inteira”.

Nélida Piñon, escritora e integrante da Academia Brasileira de Letras, com mais de 20 prêmios – 14 deles internacionais –, acrescenta: “Susana Fuentes é uma criadora que imerge na linguagem e no fervor narrativo com igual equilíbrio. Ao conjugar dois extremos que se necessitam, ela submete-se às exigências e às peculiaridades da arte de narrar, enquanto, por sua condição de atriz, adiciona à criação gestos, vozes, movimentos corpóreos, sons, todos provindos de matéria teatral. […] A intimidade com variados aspectos cênicos, aparentemente alheios à arte narrativa, provocou no texto um efeito encantatório, inesperado.”.

A autora


Susana Fuentes escreveu o romance Luzia – finalista do Prêmio São Paulo de Literatura – e o livro de contos Escola de gigantes, da seleção Biblioteca do Professor do programa Rio, uma cidade de leitores, da Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro. É autora da peça teatral Prelúdios, em quatro caixas de lembranças e uma canção de amor desfeito, um solo, onde também atua – trabalho selecionado para o The New York International Fringe Festival (EUA). Participou com seus contos de diferentes antologias e teve seus textos traduzidos para o inglês e o espanhol, em revistas como Wasafiri – International Contemporary Writing e Machado de Assis Magazine. Formou-se em Letras pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), onde fez mestrado em Literatura Brasileira e doutorado em Literatura Comparada.

Lançamento do livro

Carta ao Sol

Autora: Susana Fuentes

Edições Funarte


Formato: 16x23cm

Nº de páginas: 128

ISBN: 978-85-7507-208-0


Aquisição em todo o Brasil, pela Livraria Mário de Andrade (Funarte), somente através do e-mail: livraria@funarte.gov.br

Preço: R$ 30


Bate-papo em vídeo – 29 de outubro de 2020, às 17h

Com a autora, Susana Fuentes; o gerente de edições – Cepin Funarte, José Maurício Moreira, e o servidor da GED Carlos Eduardo Drummond

Canal da Funarte: www.youtube.com/funarte


Mais informações para o público

Fundação Nacional de Artes – 

Funarte | Gerência de Edições:  edicoes@funarte.gov.br

quarta-feira, 11 de novembro de 2020

Humorista Marina Miranda ganha biografia

Primeira humorista negra de sucesso na TV brasileira, Marina Miranda é homenageada com livro da Funarte 


"Marina Miranda – Além da 'Crioula Difícil'", de Clóvis Corrêa, com Prefácio de Ricardo Cravo Albin, é lançado online em vídeo, dia 30 de setembro, no canal da Fundação

A Fundação Nacional de Artes – Funarte lança o livro Marina Miranda – Além da Crioula Difícil, de Clóvis Corrêa, tributo à comediante e cantora, que fez sucesso nas décadas de 1970 e 1980. O lançamento será num bate-papo com o autor, em vídeo no canal da Funarte no Youtube, na quarta-feira, às 17h. 

Hoje com 90 anos, Marina foi a primeira humorista negra que alcançou destaque na televisão brasileira – famosa ao lado do colega Tião Macalé, no quadro Crioulo e Crioula Difícil, do programa cômico Balança mas Não Cai. Com prefácio de Ricardo Cravo Albin, a narrativa-reportagem, apresenta a trajetória da artista, em teatro, cinema, rádio e TV.

Marina Miranda iniciou a carreira nos anos 1950, cantando ópera na Rádio Nacional. Mas consagrou-se como intérprete de marchinhas, o que alavancou sua carreira de comediante. Ao todo, foram 70 anos de trabalho artístico. “Grande Otelo de Saias” e “Josephine Baker brasileira” foram algumas das expressões usadas para definir a atriz, no período de seu maior sucesso.


O autor


Dramaturgo, roteirista e produtor cultural, o jornalista carioca Clóvis Corrêa trabalhou em rádio e TV. Escreveu para os jornais Papo Teatral, Metrô Press, O Pontual e O Globo. Através da Fábrica de Dramaturgia Domingos de Oliveira, começou a escrever textos teatrais, em parceria com Alexandre Morcillo. 

Suas primeiras peças foram: Cem anos de Machado de Assis e a adaptação do livro Galvez, Imperador do Acre, de Márcio Souza. Foi coautor da montagem infantil Um Amor de Circo e das comédias Um Dia de Madame, Baixou um Elvis em Mim e O Último Capítulo. No cinema, foi roteirista do curta-metragem Chapa Quente, dirigido por Ricardo Brasil para o projeto Enquadros Negros.


Serviço:


Lançamento do livro

Marina Miranda – Além da “Crioula Difícil” de Clóvis Corrêa


Edições Funarte

168 páginas

Bate-papo com o autor: dia 30 de setembro, quarta-feira, às 17h

Acesso gratuito, no canal: www.youtube.com/funarte

O vídeo ficará disponível no canal da Funarte também após o lançamento.


Encomendas para todo o Brasil

Livraria Mário de Andrade (Funarte): livraria@funarte.gov.br

Preço: R$ 30

terça-feira, 15 de setembro de 2020

Minha Vida de Repórter , José Maria de Aquino

JORNALISTA JOSÉ MARIA DE AQUINO RESGATA HISTÓRIAS DO FUTEBOL NO LIVRO  MINHA VIDA DE REPÓRTER  

Um resgate dos bastidores e curiosidades de fatos reais vividos pelo jornalista ao longo de mais de quatro décadas de coberturas nacionais e internacionais. Lançado pela editora Letras do Brasil, livro destaca a importância do papel do repórter num período pré-internet e traz como apêndice um "caderno de reportagens" com transcrições fiéis dos trabalhos originais tal como foram publicados na época 

Um longo bate-papo e um porre à mesa de um bar com Obdulio Varella, o carrasco do Brasil na Copa de 50. A cobertura do primeiro casamento de Pelé. Os bastidores da preparação da seleção brasileira em 70 e o plano liderado pelos jogadores para convencer Zagallo a escalar o time que eles julgavam capaz de levantar o tricampeonato mundial.

Uma conversa dramática com João do Pulo à beira da depressão após a amputação da perna mutilada num acidente. O olho clínico do jornalista observador para descobrir, no meio de tantas estrelas já consagradas, a magia de uma menina então desconhecida chamada Nadia Comaneci, nos Jogos de Montreal-76. As artimanhas para driblar a vigilância de um hospital de Houston-Texas para obter uma entrevista exclusiva com Tostão... 

As aventuras, dissabores, contratempos e truques de um repórter para enfrentar toda a sorte de dificuldades em coberturas internacionais sem as facilidades tecnológicas de hoje. Em Belgrado, correu risco de ser preso ao pular a janela para entrar e sair da casa onde estava hospedado. Em Moscou, teve que confiar numa russa que fazia câmbio paralelo de dólar numa balada para não entrar numa fria. Nas horas de maior aflição, quando nada parecia que ia salvar sua pele, recorreu a camisas da seleção autografadas para fazer um agrado aqui e acolá... 

Minha Vida de Repórter  não é um livro de memórias, tampouco uma autobiografia do jornalista José Maria de Aquino. A obra, que em 388 páginas reúne um fabuloso compilado de fatos reais vividos por ele ao longo de mais de quatro décadas de reportagem, é uma aula de jornalismo. E uma demonstração de amor pelo ofício de contar histórias. 

Boa parte do conteúdo fora redigido por anos a fio sem a pretensão de um dia virar livro. Aquino guardava seus escritos como um tesouro de família, que ele pretendia deixar de herança apenas para a mulher, Kátia, seus filhos e netos. Até que, perto de comemorar 87 anos de vida, foi convencido pela Letras do Brasil a compartilhar suas pequenas joias em formas de crônicas da realidade com uma legião de admiradores, amantes do esporte e todos os jovens que sonham com a profissão de jornalista. 

A estes restará a certeza de que escolheram uma profissão fascinante - e ao mesmo tempo desafiadora. Para a vida de um repórter não há manual de instruções. É preciso doses diárias de coragem para enfrentar o desconhecido e firme convicção para caminhar ao lado da verdade, da ética e do compromisso com a informação. Vale aprender com José Maria de Aquino, um mestre na arte do rigor da apuração bem feita e um especialista em técnicas de entrevista que não se ensinam nas escolas de jornalismo. 

Além dos capítulos que narram as histórias vividas pelo autor em 40 anos de atuação nos principais órgãos da imprensa brasileira (entre eles, Revista Placar, jornais O Estado de S.Paulo e Jornal da Tarde, e a Divisão de Esportes da Rede Globo de Televisão), Minha Vida de Repórter apresenta, num formato inovador, um caderno de reportagens. Nele estão transcrições fieis aos trabalhos originalmente publicados pelo autor nos veículos por onde passou. 

O livro tem a organização do jornalista Nelson Nunes. O prefácio é escrito pelo jornalista Milton Neves - que, com Aquino, divide a primazia de ser um dos mais representativos documentaristas da carreira, vida e obra de Pelé. "José Maria de Aquino é um acervo vivo da memória do futebol brasileiro e conhece esse negócio como poucos. É um jornalista puro, um repórter 100% verdade", diz Milton Neves. 

Como um inventário de mais de cinco décadas de profissão e quase 90 anos de vida,  Minha Vida de Repórter  é um legado que José Maria de Aquino deixa para a memória do futebol brasileiro. Uma obra fundamental para quem quer entender o presente conhecendo o passado daquele que foi um dia o chamado "País do Futebol". 

Sobre o autor -  José Maria de Aquino é jornalista e advogado. Nasceu em 18 de agosto de 1933, em Miracema (RJ). Sua carreira como jornalista foi iniciada em 1966, no extinto Jornal da Tarde, como repórter. No mesmo ano, ganhou o Troféu Pena de Ouro da Aceesp (associação dos Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo), com a matéria "Filpo, um amor antigo", assinada em parceria com Milton José de Oliveira. Também no JT conquistou, ao lado do fiel companheiro Michel Laurance, o Prêmio Esso de Jornalismo em 1969, com a reportagem "O jogador é um escravo", reproduzida no livro. Em 1970, foi levado pela Editora Abril para integrar a equipe de redação que fundou a Revista Placar. 

Deixou a revista em 1982, para comentar na TV Globo a Copa de 82, na Espanha. Fez carreira de sucesso na emissora até chegar a chefe de redação do departamento de esporte em São Paulo, período em que foi responsável pela formação de diversos talentos da empresa. Também atuou com destaque no jornal O Estado de S.Paulo e prestou consultoria para a implantação do canal SporTV. Aos 87 anos, ainda mantém seu DNA de repórter e comentarista com trabalhos publicados no Portal Terra e no site No Ângulo, além de suas redes sociais. Torcedor do São Paulo, é um crítico ferrenho do jogo robotizado dos dias atuais e emérito defensor do futebol-arte. 


INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA 


Cláudia Santos 

Connectare Comunicação 

claudia@connectarecomunicacao.com.br

(11) 97663-4001 


CONTATO COM A EDITORA LETRAS DO BRASIL 

Robson Morelli 

editor@letrasdobrasil.com.br

Tel: (11) 99110-8899 (Robson Morelli) 

Catálogo e vendas pelo site: www.letrasdobrasil.com.br

segunda-feira, 15 de junho de 2020

história de amor de Cary Grant e Randolph Scott

A história de amor de Cary Grant e Randolph Scott é um dos muitos segredos que Hollywood abafou

Os dois atores de Hollywood viveram juntos durante mais de 11 anos, na década de 1930, mas nunca assumiram a relação amorosa. Para esconder a homossexualidade, chegaram mesmo a casar. Um fêz por cinco vezes e o outro por duas.

A história de amor de Cary Grant e Randolph Scott é um dos muitos segredos que os donos dos grandes estúdios do cinema abafaram mas, numa altura em que "Hollywood", a nova série de êxito da plataforma digital Netflix, atrai atenções, o relacionamento entre os dois volta a ser falado. Os dois atores americanos viveram juntos durante mais de 11 anos, na década de 1930. Partilharam uma casa de praia em Santa Monica e uma mansão no bairro de Los Feliz, em Los Angeles, nos Estados Unidos da América.

Para esconder a homossexualidade, como aconselhavam os poderosos da indústria cinematográfica norte-americana naquela época, chegaram mesmo a casar, à semelhança de outros dos artistas de então. Para calar os rumores de homossexualidade, o agente de Rock Hudson forçou-o a casar-se com a sua secretária. O matrimônio com Phyllis Gates duraria apenas um ano.


O italiano Rodolfo Valentino, o primeiro símbolo sexual masculino, personalizava a figura do amante latino mas, segundo os rumores, era homossexual e o casamento com a atriz Jean Acker, que seria lésbica, apenas um acordo de conveniência. Embora Cary Grant exibisse uma masculinidade forçada que apaixonava as mulheres, na realidade gostava era de homens. O ator namorou nove anos com o estilista Orry Kelly antes de se envolver romanticamente com Randolph Scott, outro galã de Hollywood.

Sempre que foi confrontado com os rumores, Cary Grant, com medo das repercussões que essa revelação pudesse ter na sua carreira, negou sempre ser homossexual. Casou cinco vezes para disfarçar e envolveu-se com a atriz Cynthia Bouron, que garantiria mais tarde que o ator era o pai de um dos três filhos. Os testes realizados pouco depois desmentiram-no e desmascararam-na. 

Em 2018, Scotty Bowers, então com 95 anos, fez revelações bombásticas num documentário (muito) polémico. Em "Scotty and the secret history of Hollywood", o escritor, que trabalhou 40 anos como proxeneta, confirma que forneceu amantes gay a Cary Grant, Randolph Scott e Spencer Tracy e mulheres lésbicas para a atriz Katharine Hepburn. Apesar de, em 1944, ano em que Randolph Scott casou pela segunda vez, terem deixado de viver juntos, os dois atores foram sempre muito próximos. "Eles estavam muito apaixonados", garante Richard Blackwell, um crítico de moda que viveu vários meses com o casal. (Francisco Martins\sapo.pt). 

quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

“Ela salvou minha vida” de Eduardo Sacchiero

Eduardo Sacchiero,maquiador de Hebe Camargo e Gugu, lança livro contando segredo que salvou sua vida. 

O livro “Ela salvou minha vida”, de Eduardo Sacchiero, em parceria com a jornalista Renata Rode e a Editora Leader, terá lançamento dia 17 de dezembro, 19 horas, na Livraria da Vila, na Vila Madalena. No livro, Eduardo Sacchiero, 41 anos, o maquiador oficial de Hebe Camargo relata, em 13 Capítulos, sua trajetória enquanto maquiador da diva da tv brasileira, Hebe Camargo.

Com depoimentos emocionantes de artistas, clientes e familiares do autor, Ela salvou minha vida é mais do que um relato, é uma declaração de amor de Eduardo a quem salvou, literalmente, sua vida. Um episódio que manteve em segredo por 11 anos e, agora, nesse livro, ele expõe como forma de agradecimento e para que todos conheçam o lado generoso, afetuoso e também divertido de Hebe Camargo.

Eduardo já fazia parte dos maquiadores do SBT, e, na época era o responsável pelo make de Gugu e da cantora Alcione que disse: “Conheci Edu Sacchiero (para mim, Dudu) nos bastidores do SBT e logo o convidei para me maquiar na temporada que estava fazendo em São Paulo. De lá para cá, são mais de 15 anos de parceria. Eduardo além de ser um grande maquiador, ele tem todas as características que eu amo em um profissional: caráter, pontualidade, o carinho com todos e o mesmo esmero no seu trabalho. Beijos da sua cantora. Alcione. 
Eduardo Sacchiero e Hebe Camargo

Gugu também deixou seu depoimento em 11 de novembro de 2019 (in memorian): “É muito fácil gostar e admirar o ser humano e profissional Edu Sacchiero. De fácil convivência, ele se destaca pela dedicação e extrema vontade de dar o seu melhor. A palavra impossível não faz parte do seu vocabulário. E o mais importante é a qualidade do seu caráter!”

Sacchiero manda uma mensagem a jato para o Céu: “recebam meu beijo grato e saudoso e distribuam alegria a todos!”.Toda a renda obtida na venda do livro Ela salvou minha vida, será revertida ao GRAAC, que promove tratamento para crianças com câncer. (Fonte: Anna Pires). 

Serviço:

Lançamento do livro Ela salvou minha vida, Editora Leader
Dia 17 de dezembro 2019
Das 19hs as 21:30 hs.
Livraria da Vila
Rua Fradique Coutinho, 915 – Vila Madalena – SP
178 páginas
Preço sugerido: R$49,90
Entrada gratuita.


quinta-feira, 24 de outubro de 2019

Lançamento Enciclopédia Mazzaropi de Cinema

Novo livro de Leão da Silva Neto: Enciclopédia Mazzaropi de Cinema 

Antonio Leão da Silva Neto, com o intuito de contribuir com um pouco mais de informação sobre nosso cinema, orgulha-se de realizar o lançamento de seu 11º livro: “ENCICLOPÉDIA MAZZAROPI DE CINEMA”. O livro pretende listar, biografar e filmografar 888 profissionais e pessoas que colaboraram para a construção da obra cinematográfica do ator-cineasta AMÁCIO MAZZAROPI, no período 1952-1980.

Antonio Leão da Silva Neto é um profundo conhecedor sobre o nosso cinema, autor dos não menos importantes, ‘Astros e Estrelas do Cinema Brasileiro’, de 1998, atualizado em 2010, ‘Dicionário de Filmes Brasileiros – Longa Metragem’, de 2002, atualizado em 2009, “Fotógrafos do Cinema Brasileiro”, de 2011, entre outros, obras consagradas e de referência obrigatória e diária para jornalistas, críticos, pesquisadores, alunos de cinema e público cinéfilo em geral, com grau de informação e detalhes nunca antes realizado.

Editado pelo autor sem nenhum tipo de patrocínio ou apoio, o livro foi viabilizado com recursos próprios do autor, em edição limitada. O livro contempla uma pequena biografia, a filmografia com Mazzaropi e sua filmografia geral, lembrando que a primeira está contida na segunda. Foram pesquisadas e estão sendo publicados 888 verbetes entre atores, atrizes, técnicos, parentes, amigos, herdeiros, etc., que, de alguma forma participaram dos filmes e da vida de Mazzaropi, desses, foram verbetados 467 profissionais,. As demais estão citadas no livro sem a biografia, mas com sua filmografia completa, totalizando 312 páginas.

Máximo Barro prefacia o livro 

O livro conta com texto introdutório do pesquisador, montador e historiador Máximo Barro e prefácio do produtor cultural e cineasta Paulo Duarte. Noite de autógrafos com o autor Antonio Leão da Silva Neto e a presença de diretores, atores, jornalistas, críticos, estudantes e personalidades ligadas ao Cinema Brasileiro e público entusiasta em geral, fãs e admiradores do grande astro do nosso cinema.

Novo livro de Antonio Leão homenageia profissionais  que trabalharam com Mazzaropi; O presente dicionário contempla bio-filmografias de 888 profissionais e pessoas que colaboraram, ao longo de 30 anos para a formação e consolidação da obra cinematográfica do ator-cineasta Amácio Mazzaropi, abrangendo o período de 1952 a 1980, 32 filmes.

Cabeça feita na Vera-Cruz, Mazza, desde o primeiro filme produzido pela PAM Filmes, “Chofer de Praça”, em 1958, sempre se cercou dos melhores técnicos e equipamentos, muitos adquiridos da própria Vera-Cruz, como as câmeras Norte- Americanas Mitchel blimpadas, para gravação de som direto, pois, como é do conhecimento dos mais inteirados, o astro não dublava seu filmes
Foram pesquisadas e estão sendo publicados 888 verbetes entre atores, atrizes, técnicos, parentes, amigos, herdeiros, etc., que, de alguma forma participaram dos filmes e da vida de Mazzaropi, desses, consegui verbetar 467 profissionais, um número que me surpreendeu, positivamente. As demais estão citadas no livro sem a biografia, mas com sua filmografia completa.

No campo: “Contato Pessoal” eu conto a história do meu encontro com dezenas de colaboradores de Mazzaropi a quem conheci pessoalmente nos últimos vinte e cinco anos. Essa parte do livro é afetiva e especial pra mim, pois me dá a oportunidade de contar todos esses encontros realizados a partir de 1994, quando nasceu este projeto. O plano geral da obra prevê: uma breve biografia seguida de sua filmografia específica com Mazzaropi e na sequencia sua filmografia geral, ou seja, a lista de todos os filmes que o profissional participou. Há de se tomar muito cuidado com esse detalhe, pois o leitor poderá ser facilmente induzido ao erro. Reforçando: A filmografia isolada do Mazzaropi está contemplada dentro da filmografia geral. Ou seja, sempre é melhor analisar a geral, pois a outra contempla somente os filmes que o profissional fez com o Mazza.

A grande novidade do livro é que forneço as filmografias independente de ter a biografia. Graças ao meu banco de dados formado nos últimos trinta anos, por meus dicionários anteriores, de astros e estrelas. curtas, médias, longas, fotógrafos e Super-8, somados a fundamental e preciosa Base de Dados da Cinemateca Brasileira e pesquisas complementares, consegui montar filmografias “quase” completas, o que permitirá ao leitor ter a dimensão do trabalho desses atores, atrizes e técnicos que com ele trabalharam. Essas filmografias são a “cereja do bolo” do livro e me custaram três anos de trabalho, cansativo, desgastante, mas muito prazeroso.

Serviço 

Horário: A PARTIR DAS 19h00 dia 13 de novembro 
Local: CINEMATECA BRASILEIRA, SP

Largo Sen. Raul Cardoso, 207 - Vila Clementino, São Paulo - SP, 04021-070

Informações pelo telefone: (11) 3512-6111, com Gabriel ou Lívia

quarta-feira, 23 de outubro de 2019

"Me" autobiografia de Sir Elton John

Quando Elton John estava trabalhando em sua nova autobiografia, o lendário cantor e compositor utilizou diários que ele havia sido incentivado a escrever durante um período na reabilitação.

Um registro dizia assim: “Levantei-me, arrumei a casa, comprei um Rolls Royce, jantei, escrevi ‘Candle in the Wind’, jantei com Ringo Starr”, disse o músico. “Esse foi um dia.”

Elton John, de 72 anos, falou em uma entrevista em vídeo fornecida à Reuters por sua editora, Henry Holt & Co., para promover o lançamento de seu livro, intitulado simplesmente “Me” (Eu).
As anotações do diário ajudaram a ativar as memórias de John de sua carreira de 50 anos, repleta de sucessos, prêmios Grammy e amizades reais, mas também vícios e uma tentativa de suicídio dois dias antes de um show no Dodger Stadium, em Los Angeles.

“Eu queria mostrar o caminho difícil de ser um artista de sucesso, e como passei por momentos difíceis, e como saí no final e reuni minha vida”, disse John. “É a história da minha vida até os dias atuais, verrugas e tudo.”

No livro, o cantor de “Crocodile Rock” revelou sustos recentes de saúde, incluindo uma infecção quase fatal e um ataque sério de apendicite. “Eu fiz 10 ou 11 shows, 24 voos, com um apêndice estourado”, afirmou. (AgênciaFM com agencias internacionais). 

quarta-feira, 26 de junho de 2019

Candido Portinari tem poemas reeditados

Livro foi produzido pela Fundação Nacional de Artes (Funarte), vinculada à Pasta. Publicação estará à venda a partir desta quarta-feira (26) 

A Fundação Nacional de Artes (Funarte), instituição vinculada ao Ministério da Cidadania, lança nesta terça-feira (25), às 18h, no Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, o livro Poemas de Portinari, em nova edição ilustrada. A publicação comemora os 40 anos do Projeto Portinari. Nos últimos anos de sua vida, já consagrado como o grande pintor brasileiro, Portinari passou a escrever poesia, sem a pretensão de publicar. 

A primeira edição saiu sem ilustrações, conforme determinara Candinho, que não queria se aproveitar da boa fama de pintor para vender o livro. Nesta reedição da Funarte, porém, uma vasta pesquisa foi empreendida pelo Projeto Portinari para encontrar as pinturas mais apropriadas para ilustrar os poemas.

Sobre Portinari

Candido Portinari nasceu em 30 de dezembro de 1903, numa fazenda de café perto do povoado de Brodowski, no estado de São Paulo. Filho de imigrantes italianos de origem humilde, recebeu apenas a instrução primária e começou a pintar aos nove anos. Seis anos mais tarde, mudou-se para o Rio de Janeiro e se matriculou na Escola Nacional de Belas-Artes. Em 1928, conquistou o Prêmio de Viagem à Europa, com o Retrato de Olegário Mariano. Permaneceu em Paris durante todo o ano de 1930, de onde, à distância, viu melhor a sua terra.

Ao retornar, colocou em prática a decisão de retratar nas suas telas o Brasil. Preocupado, também, com aqueles que sofrem, Portinari mostrou em cores fortes a pobreza, as dificuldades, a dor.

Trecho poesia "Viajante Solitário"

Não me quiseram, enjeitaram
Minhas palavras…
Serei um dos meus espantalhos?
Afugento os caminhantes?
Não, eles se afugentam. Não
Entendem a lua
Não sabem da poesia
Só não estou, mesmo não estando
Comigo. Converso com o vento e a
Tempestade.
De noite ou dia – verei as sombras
E dormirei em paz. Tenho uma
Camisa. Meu leito é embaixo das
Árvores. Tranquilo ouço o rumorejar
Das folhas secas…

Serviço

Poemas de Portinari
Autor: Candido Portinari
Organização de Letícia Ferro, Patrícia Porto e Suely Avellar
Edições Funarte
Preço de capa: R$ 50
192 páginas

quinta-feira, 6 de junho de 2019

Funarte lança livro com textos de autores teatrias negros

Peças já foram encenadas com sucesso no Brasil e no exterior e formam um retrato histórico do que é ser negro no Brasil

O lançamento acontece neste fim de semana (8 e 9 de junho), o livro Dramaturgia Negra. A obra reúne 16 textos teatrais escritos por dramaturgos negros – alguns deles premiados. O lançamento será no sábado no Rio de Janeiro e no domingo em São Paulo. 

No Rio, integra a programação do Fórum de Performance Negra, no Museu de Arte do Rio (MAR), a partir das 13h. Em São Paulo, será parte do festival Brasil Cena Aberta, às 15h, na Praça das Artes.

Entre os autores encontram-se O PEQUENO PRÍNCIPE PRETO – Rodrigo França, MEDEA MINA JEJE – Rudinei Borges dos Santos, QUANDO EU MORRER, VOU CONTAR TUDO A DEUS – Maria Shu, MERCEDES – Sol Miranda, CAVALO DE SANTO – Viviane Juguero, VAGA CARNE – Grace Passô, IALODÊS – Dione Carlos entre outros.

Lançamento do livro Dramaturgia Negra
Organização de Eugênio Lima e Julio Ludemir
Edições Funarte – 2019

RJ – Sábado, 8 de junho, a partir das 13h
Na programação do Fórum de Performance Negra
Local: Museu de Arte do Rio – MAR
Endereço: Praça Mauá, 5 – Centro – Rio de Janeiro

SP – Domingo, 9 de junho a partir das 15h
Na programação do Brasil Cena Aberta
Local: Praça das Artes
Avenida São João, 281 – Centro, São Paulo (SP)

Preço de capa: R$ 30
480 páginas
Formato: 16cm x 23cm
ISBN: 978-85-7507-199-1

terça-feira, 21 de maio de 2019

Funarte publica peças infantis de Benjamim Santos

Benjamin é um dos principais dramaturgos de uma geração que renovou o teatro para crianças no Brasil
Foto: João Batista Mendes

Estão reunidas em livro as onze peças infantis escritas por Benjamim Santos, um dos principais dramaturgos de uma geração que renovou o teatro para crianças no Brasil. A obra Teatro Infantil – Benjamim Santos será lançada nesta terça-feira (21), às 19h, no Café Concerto do Sesc Caixeiral, em Parnaíba, no Piauí, cidade natal do autor. O evento contará com a presença do presidente da Funarte, Miguel Proença; do presidente da Fecomércio – Piauí, Valdeci Cavalcante, e da cantora e compositora Bia Bedran.

Teatro Infantil tem orelha escrita pela compositora e educadora Bia Bedran, que trabalhou com o amigo “Benja” desde o início da carreira. Bia compôs a trilha que animava as aventuras vividas por personagens criados por ele, no programa infantil Por que sim, por que não, da TVE, no Rio de Janeiro. 

Breve perfil do autor

Benjamim Santos nasceu na cidade de Parnaíba, no Piauí. Na década de 1960, mudou-se para Recife, onde estudou Direito e Filosofia. Em Pernambuco, fundou o Grupo Construção, trabalhou no Teatro Popular do Nordeste, grupo dirigido pelo encenador Hermilo Borba Filho, e fundou o Teatro de Arribação, que levava espetáculos aos engenhos de cana-de-açúcar. Durante cinco anos, manteve uma coluna de teatro no Jornal do Comércio. 

A partir dos anos setenta, já residindo no Rio de Janeiro, além do teatro infantil, destacou-se como autor de grandes espetáculos ao ar livre, como Paixão de Cristo, nos Arcos da Lapa, e sobretudo como diretor de shows de música popular, tendo dirigido Quarteto em Cy, Nara Leão, Kleiton e Kledir, Ângela Maria, MPB-4, Marlene e muitos outros. Atualmente, vive em Parnaíba e continua sua carreira de escritor.

sexta-feira, 10 de maio de 2019

Feira Literária de Taquara (RS) começa

Evento foi um dos selecionados no edital de feiras literárias lançado em 2018 pelo então Ministério da Cultura, hoje Secretaria Especial da Cultura


A cidade de Taquara, na região metropolitana de Porto Alegre (RS), sedia, de quarta-feira (8) a domingo (12), feira literária com ampla programação, que inclui bate-papo com escritores, contação de histórias, palestras e espetáculos de dança, música e teatro. 

Promovida pelo Sistema Fecomércio-RS/Sesc, Prefeitura Municipal e Amigos do Livro, a Feira Literária de Taquara foi um dos vencedores do edital de apoio a feiras literárias lançado em 2018 pelo então Ministério da Cultura, hoje Secretaria Especial da Cultura, por meio do qual recebeu apoio de R$ 100 mil.

 “Temos toda uma programação com as escolas municipais, todos vêm para a feira para participar das contações de história, shows, espetáculos teatrais, intervenção poéticas e bate papo com escritores”, conta. “Então, quando tu vês, um investimento deste vira o jogo e, com R$ 100 mil, se faz um evento fantástico e gera toda uma economia ao redor”, diz Antônio Wagner de Oliveira. 

Serviço: 

Feira Literária de Taquara
Data: de 8 a 12 de maio de 2019
Horário: das 9h às 21h
Local: Parque do Trabalhador
Endereço: Rua Prof. Nestor Paulo Hartmann, 255. 
Entrada e todas as atividades da feira são gratuitas.

terça-feira, 19 de março de 2019

Primeira Festa Literária do Grajaú,SP

Programação vai de 19 a 23 de março e homenageia a ativista da região, Adélia Prates 

Entre os dias 19 e 23 de março, os CEUs localizados no extremo Sul da capital promovem a I Festa Literária do Grajaú, a FLIG.  Os cinco dias terão uma programação com diversas atividades literárias nos Centros Educacionais Unificados (CEUs) Navegantes, Vila Rubi, Cidade Dutra, Parelheiros e Três Lagos, da Diretoria Regional de Educação (DRE) Capela do Socorro, e no Centro de Cultura do Grajaú.

19/03/19 - TERÇA-FEIRA

CEU NAVEGANTES

Rua Maria Moassab Barbour, s/n
Parque Residencial Cocaia - Grajaú 
11h às 12h30 - Contação de histórias: Histórias do baú com Roberto Barros
15h às 15h45 - Encontro com autor: Débora Rubin - Livro A horta do Vovô Manduca

16h às 17h30 - Mesa: Saraus como ação de fomento à literatura periférica.
Mediador: Ronaldo Mota Vieira.
Convidados: Casulo (Sarau Clamarte), Edilene Santos (Sarau do Grajaú), Joziane Soares (Sarauê).

19h às 19h30 - Show de abertura: Verso Acústico
19h30 às 19h45 - Abertura Oficial
19h45 às 20h - Leitura poética: Adelia Prates, por Michele Santos
20h às 21h - Show Denise Alves

20/03/19 - QUARTA-FEIRA

CEU VILA RUBI
Rua Domingos Tarroso, 101
Vila Rubi
9h às 10h30 - Encontro com o autor: Michele Santos
11h às 12h - Papinho com a autora: Lucimeire Juventino
14h às15h30 - Mesa: A literatura negra, identidades em diálogo.

Mediador: Gabriel Messias.
Convidados: Akins Kintê, Elizandra Souza, Elânia Francisca e Tula Pilar.
15h30 às 16h30 - Oficina de Biblioterapia com Flávia Hessel e Sônia Oliveira
15h30 às 16h30 - Oficina Troca de experiência em amarração de turbantes com Lucimeire Juventino

CENTRO CULTURAL DO GRAJAÚ

R. Prof. Oscár Barreto Filho, 252
Parque America
19h30 às 22h - Sarau Sobrenome Liberdade e Sarau do Grajaú
19h às 22h - Grande Feira de Livros de autores e editoras independentes.

CEU PARELHEIROS
Rua José Pedro de Borba, 20
Jardim Novo Parelheiros 
14h às 15h - Contação de histórias: Histórias do baú com Roberto Barros
18h30 às 20h30 - Sarau Mais Amor, por favor

21/03/19 - QUINTA-FEIRA

CEU CIDADE DUTRA

Av. Interlagos, 7.350
Cidade Dutra 
8h às 17h - Exposição fotográfica "Mulheres construindo a cidadania" (Nalva Maria)
8h às 17h - Exposição "Uma questão de gênero" (Alunos EMEF Ceu Cidade Dutra)
8h às 8h30 - Informes SME - Luciene Cioffi

8h30 às 9h30 - A curandeira em pele de foca, com Tininha Calazans
9h30 às 12h - Sarau da Pessoa com os escritores Victhor Fabiano e Celso de Campos Jr., Joeli Monteiro, Coral do Projeto Guri, Audrey Ribeiro narrando a vida de Adélia Prates e participações espontâneas no microfone aberto.
13h30 às 14h - Informes SME - Luciene Cioffi

14h às 15h30 - Mesa: Mulher, brasileira, periférica: formas de (r) existir.
Mediadora: Renata Gibelli.

Convidados: Cris Moreira e Kamila Monteiro (Coletivo Nísia Floresta), Bárbara Esmênia e Jéssica Angelin (Coletivo Sarau das Mina).

15h30 às 17h - Oficina: Mulheres empoderadas escrevem melhor com Bruna Escaleira e Mariana Brecht (*homens podem participar)
17h00 às 18h30 - Sarau Quinta em Movimento

CEU PARELHEIROS

Rua José Pedro de Borba, 20
Jardim Novo Parelheiros 
10h às 12h - Sarau Mais amor, por favor

22/03/19 - SEXTA-FEIRA

CEU TRÊS LAGOS
Estrada do Barro Branco, s/n
Jardim Três Corações 
9h às 10h40 - Mesa: A arte como terapia.
Mediador: Fábio Roberto Lucas (CAPS Artes).
Convidados; Geruza Zelnys, Sônia Oliveira, Danilo Pereira Leite (CAPS Saúde) e Daniel da Conceição Santana (Coletivo MT).

11h às 12h30 - Oficina de Escrita Curativa com Geruza Zelnys e Eduardo Guimarães
11h às 12h30 - Oficina de Biblioterapia com Sônia Oliveira e Flávia Hessel
11h às 11h40 - Oficina de Musicoterapia com Daniel da Conceição Santana (Coletivo MT)

11h às 11h30 - Vivência de Teatro com Danilo Pereira Leite
14h às 16h - Encontro com o autor: Jéssica Câmara Siqueira
19h às 21h - Sarau Clamarte e Sarau das Águas

23/03/19 - SÁBADO

CEU VILA RUBI
Rua Domingos Tarroso, 101
Vila Rubi

11h às 18h30 - Shows de encerramento
Dom Orione
Zé Márcio
Dan Silva
Xemalami
Nayra Lays
Yara Barros e Domingos Jr.

Peça de teatro: "Davis: a voz da Liberdade" com Grupo Artemanha
Line Juliano
Mano Moneys
Luiz Semblantes
Sambadas
Poeta Kimani