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domingo, 14 de maio de 2006

Polícia de SP acuada, amedrontada



Não queremos bravatas: afirmou Lembo sobre os ataques atribuídos ao P.C.C.

Na entrevista coletiva de imprensa do governador do estado, Cláudio Lembo, e dos secretários estaduais de segurança pública e administração penitenciária, Saulo de Castro e Nagashi Furukawa, ambos mostravam-se cansados mas não surpresos, pois já sabiam que a transferência de presos perigosos para presídios do interior poderia acorrrer tais fatos. Até o momento, o governo contabiliza a morte de 30 pessoas: 11 policiais militares (três em folga e oito em serviço), cinco policiais civis (todos fora de serviço), três guardas municipais, quatro agentes penitenciários (todos fora de serviço), dois cidadãos, que de alguma forma estavam presentes nos momentos dos ataques. Entre os delinqüentes, pessoas que participaram das ofensivas, houve cinco mortos e 16 foram prisões. Entre as rebeliões nos presídios, há registros de 22 em penitenciárias estaduais. Contudo, a polícia está retomando o controle nos locais das rebeliões. A polícia já entrou no presídio de AVARÉ I e debelou a ação dos presidiários. O governo repudia a ação e trabalha ininterruptamente para coibir outras agressões e reafirmar à sociedade a segurança pública. “São Paulo não se dobrará ao crime”, garantiu o governador Lembo. Os ataques contra as instalações públicas foram motivados pela transferência de 765 líderes de facções criminosas para o presídio em Presidente Venceslau, interior do Estado. O objetivo das transferências é o de isolar membros de facções criminosas.

Opinião F&M

Segundo imprensa desinformada feita por pseudos jornalistas, a sociedade está com medo, está sendo prejudicada. Essa é uma guerra entre eles, pois praticamente estão do mesmo lado. A sociedade só serve para pagar salários de funcionários, eleger desonestos, e ser também, assaltada e enganada por jornalistas desinformados.

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