Mário
Soares, que morreu neste sábado,7, em Lisboa, aos 92 anos, e é
recordado como lutador antifascista, um dos fundadores da democracia
portuguesa e do PS, europeísta e um político que disputou eleições
até aos 82 anos.

Para
homenagear o homem que fundou o PS, foi primeiro-ministro por três
vezes e Presidente da República durante dez anos, o Governo
português, liderado pelo socialista Antônio Costa, decretou três
dias de luto nacional e o funeral, em Lisboa, terá honras de Estado.
O
funeral de Mário Soares vai realizar-se na próxima terça-feira,
dia 10 de janeiro.
O
corpo de Mário Soares vai parar primeiro na casa onde vivia o
ex-Presidente, junto ao Campo Grande, onde ficará durante alguns
minutos. Depois, vai passar pelo Campo Grande, volta à Avenida da
República, passará pelo Saldanha e pelo Marquês do Pombal. Vai
descer a Avenida da Liberdade, em direção à Câmara Municipal de
Lisboa.
Mário
Soares encontrava-se internado desde o dia 13 de dezembro, tendo sido
transferido no dia 22 dos Cuidados Intensivos para a "unidade de
internamento em regime reservado" do Hospital da Cruz Vermelha,
depois de sinais de melhoria do estado de saúde.No entanto, no dia 24, um agravamento súbito da
situação clínica obrigou ao regresso do antigo chefe de Estado à
Unidade dos Cuidados Intensivos.
No dia 31 de dezembro, dia da última atualização
feita pelo hospital sobre o seu estado de saúde, Mário Soares
continuava em "coma profundo", mas "estável e com
parâmetros vitais normais".
Mário Alberto Nobre Lopes Soares, foi presidente da República, durante dois mandatos entre 1986 e 1996, além de primeiro-ministro por três vezes.
Mário Alberto Nobre Lopes Soares, foi presidente da República, durante dois mandatos entre 1986 e 1996, além de primeiro-ministro por três vezes.
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