Pessoas com viagem marcada para o nordeste brasileiro e alguns
destinos do exterior devem tomar a vacina contra o sarampo. Segundo a
Secretaria da Saúde, a vacinação também é indicada para crianças
entre 1 e 5 anos que ainda não foram não imunizadas e para
profissionais da saúde, da educação e de turismo.
O alerta é decorrente da incidência da doença em regiões com alto
fluxo de visitação turística, a exemplo dos Estados Unidos e do
Ceará. Em 2015 há também registro de sarampo na Europa (Alemanha,
Bósnia-Herzegovina e Sérvia), na Ásia (China), na África e na
Oceania. A dose da vacina deve ser tomada preferencialmente 15 dias
antes da viagem.
Não existe circulação endêmica do vírus do sarampo no Estado
desde 2000, mas trata-se de uma doença altamente contagiosa, que
pode ser transmitida por secreções expelidas por meio de tosse e
espirro. O vírus fica incubado por um período de 7 a 18 dias e pode
resultar em quadros graves, apresentar complicações como pneumonia,
diarreia e encefalite ou levar a óbito.
Os sintomas são febre, exantema (manchas avermelhadas na pele)
acompanhados de tosse, coriza ou olhos avermelhados, que podem
representar casos de sarampo ou rubéola. Em situações como essa,
deve-se buscar avaliação médica imediata e evitar contato com
outras pessoas até a confirmação do diagnóstico.
Segundo Helena Sato, diretora de Imunização da Secretaria, a vacina
tríplice viral é a medida de prevenção mais segura e eficaz
contra o sarampo, protegendo também contra a rubéola e a caxumba.

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