Marcelo Contreras e Francisco Martins em Formas&Meios: argentinos lembram 60 anos da morte de Evita Perón aliado a uma história macabra.
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sa inspiradora de filmes e peças teatrais ao redor do mundo, aqui a mega star Madonna como Evita |
Tão macabro quanto a noite de 22 de novembro de 1955, seria o capítulo que ocorreria três anos após a morte de Maria Eva Duarte Perón. Começava um capítulo envolvendo o destino do corpo embalsamado daquela que foi o maior mito político da Argentina. Os restos mortais de Evita desapareceram, meses após o levante militar que derrubou o governo do general Juan Domingo Perón, seu marido.
Para os partidários de Perón, a remoção do corpo de Eva era uma tentativa de apagar o peronismo e seu símbolo mais forte na Argentina. Quando viva, ela acumulou uma grande popularidade, sobretudo por causa de seu trabalho junto às classes trabalhadoras.
Investigações direcionavam que o corpo foi mantido em um veículo estacionado nas ruas de Buenos Aires e chegou a ser alojado dentro do sistema de abastecimento de água da cidade portenha, sendo que, antes o cadáver tinha ficado escondido atrás de uma tela de cinema. Outras fontes dão conta de que o corpo de Evita também passou um tempo dentro dos escritórios da Agência Secreta Militar. Pouco importavam-se os argentinos, para onde quer que o corpo fosse levado, velas, flores eram enviadas e, por isso, as autoridades precisavam dar uma solução. O corpo da primeira dama e mãe dos argentinos, Eva Perón, percorreu vários países antes de ser sepultado definitivamente em Buenos Aires Matéria Completa: http://formasemeios.blogs.sapo.pt/tag/cultura+mundo
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