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terça-feira, 26 de junho de 2012

FAO: para América Latina

FAO vai difundir políticas públicas brasileiras na América Latina

O diretor-geral da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO-ONU), José Graziano da Silva, assinou dois acordos para difundir políticas públicas brasileiras como estratégias de desenvolvimento sustentável para a América Latina.

José Graziano da Silva\ Divulgação

RIO DE JANEIRO, BRASIL - Durante a Rio+20, foram assinados acordos de US$ 3,5 milhões com o ministro do Desenvolvimento Agrário (MDA), Pepe Vargas, e de US$ 300 mil com a ministra do Meio Ambiente (MMA), Izabella Teixeira. “Estamos criando condições de usar todas aquelas boas práticas de preservação ambiental para fortalecer a agricultura familiar, as populações indígenas e os seringueiros na região amazônica e na América Latina de forma geral”, diz Graziano.

O objetivo da parceria com o MDA é contribuir para o desenvolvimento rural sustentável da América Latina e Caribe, aumentando a capacidade dos países e da sociedade civil em desenvolver políticas públicas participativas de apoio à agricultura familiar campesina. “Fortalecer o diálogo com a sociedade civil é muito importante para encontrar os consensos necessários para promover o desenvolvimento rural e a luta contra a fome”, diz Graziano.

Meio ambiente - O projeto com o MMA prevê promover o diálogo e o intercâmbio de experiências em políticas públicas agroambientais na região. “É um acordo fantástico patrocinado pelo governo brasileiro no qual assumimos o compromisso de preservar as florestas acabando com a miséria e a exclusão social”, explica Graziano. Para ele, este é o primeiro passo para implementar o que a FAO conseguiu na Rio+20.

Para Marco Farani, diretor da Agência Brasileira de Cooperação (ABC), a assinatura do acordo significa o comprometimento do governo brasileiro com a gestão de Graziano na FAO. “A ABC apoia amplamente o diretor brasileiro nesta que é a principal a agencia da área de alimentação e agricultura. Este é um projeto de uma série que estamos aprovando, no qual ministérios do governo brasileiro transferem recursos à FAO para aplicação e cooperação internacional a partir das experiências brasileiras”, afirma.

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