As mulheres venceram um percurso muito limitante, foram silenciadas nas artes onde não passavam de amadoras de segunda categoria até chegarem às aclamadas Anita Malfatti e Tarsila do Amaral.As artistas plásticas do século XIX foram silenciadas e desprezadas era como se as artes fossem um território exclusivamente dos homens. Quem queria seguir na carreira, o meio mais prático era a Academia de Belas Artes, responsável pela formação de profissionais. Mas, enquanto batalhões de artista homens eram formados, raras eram as mulheres que conseguiam ingressar pois eram vistas de modo pejorativo, inferiorizadas, tinham de se contentarem com o rótulo de amadoras. Restavam-lhe às artes menores, nada de telas gigantes em exaltação relativos aos eventos da agenda nacional. Para as mulheres o gênero pictórico recomendados eram naturezas-mortas ou retratos. A mulher cresceu com essa avaliação inferiorizada. Toda essa limitação imposta às mulheres acabaram lhes colocando em lugar secundário e muitas no esquecimento. Nesse período a chance de profissionalização era mínima, restava a profissão de parteira às mulheres, até que a abertura dos cursos femininos de medicina, no ano de 1879, representou um sopro, uma revolução vinda dos lados da república. (Leopoldina, obra de Nicolina)
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