Manifestções violentas em prol de melhorias no ensino chileno põe em cheque BacheletSANTIAGO (AgênciaFM), 6 de junho - Violentos distúrbios marcaram na segunda-feira. A paralisação de quase 1 milhão de estudantes chilenos, que rejeitaram uma oferta do governo para encerrar a pior crise escolar em três décadas.
Mesmo tendo sido alertados para atos pacíficos em defesa de uma reforma educacional e de maiores benefícios, centenas de manifestantes ocuparam a Alameda, importante via de Santiago, lançando pedras e pedaços de asfalto contra a polícia, que reagiu com jatos de água e gás lacrimogêneo. Várias lojas foram saqueadas. A polícia disse que houve 163 detidos em Santiago e 10 em Concepción, no sul do país. A presidente
Michelle Bachelet [foto], que parece começar a poerder o controle da situação, qualificou a greve de desnecessária. A paralisação tem a adesão de mais de 600 mil secundaristas e, agora, de 300 mil universitários. "Lamento que hoje estejamos na presença de uma paralisação, porque acho desnecessária. Acolhemos com seriedade e responsabilidade todas as exigências concretas e contingentes", afirmou a presidente num ato público na segunda-feira. Na semana passada, houve incidentes violentos durante uma passeata de estudantes, e vários jornalistas foram feridos pela polícia. Bachelet, que por enquanto não suspendeu a viagem prevista para Washington nos próximos dias, reagiu com indignação e demitiu dois comandantes policiais.[Leia mais em Revista Formas&Meios www.formasemeios.blogs.sapo.pt
Anderson Nuñez Especial
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