Terça-feira, Fevereiro 09, 2010

Zamenhof - linguista

Entre seus sonhos o de unir mais os homens através da língua com um idioma iniversal, o Esperanto.

Lázaro Ludoviko Zamenhof médico e linguista, nasceu em Bielostok, província de Grodno, Rússia, em 15 de dezembro de 1859. Diplomou-se pela Faculdade de Medicina de Moscou, em 1885. Zamenhof é o criador do idioma Esperanto. Sempre meditando sobre a diversidade de raças, costumes e credos e idiomas de sua cidade natal, nasceu desse sentimento de solidariedade humana a idéia de um único idioma, o Esperanto, que seria língua universal. Desde os primeiros anos de estudo, já imaginava meio de aproximar mais os homens. Ao concluir o curso ginasial, ele já elaborava seu primeiro plano de criar o idioma universal. Seu primeiro livro foi publicado em 1885 e, contando com inúmeros colaboradores e administradores viu crescer o número de associações esperantistas. Traduziu para o Esperanto, a obra 'Hamlet' de Shakespeare. Zamenhof morreu em 14 de abril de 1917. MAIS http://formasemeios.blogs.sapo.pt/tag/drops+cultural

Segunda-feira, Fevereiro 08, 2010

Exposição Jardim do Solar

Exposição Jardim do Solar, que conta a história do
verde na cidade, reabre dia 19 de fevereiro

O Museu da Casa Brasileira (MCB), instituição vinculada à Secretaria de Estado da Cultura, vai reabrir no dia 19 de fevereiro sua exposição de longa duração que trata as árvores de seu imenso jardim como um acervo vivo do Museu. A mostra Jardim do Solar apresenta um dos últimos espaços verdes remanescentes que ilustram hábitos de moradia da elite paulistana, entre o final do século XIX e a 2ª Grande Guerra. Ela enriquece ainda mais a visita das pessoas a esse verdadeiro oásis que é o jardim do Museu, com seus 6.600 m2 em meio à densa urbanização da região da avenida Faria Lima.

A primeira parte da exposição consiste de painéis instalados no próprio jardim, que recuperam um pouco da história desse espaço verde nascido como parte integrante do solar do casal Fábio e Renata Prado, em 1945, no contexto das mudanças de costumes que tiveram lugar na capital, a partir do final do século XIX. Esse segmento aponta o papel da família Prado na valorização dos jardins públicos e privados em São Paulo, comentando algumas iniciativas de Fábio e Antônio da Silva Prado à frente da prefeitura, respectivamente nos períodos de 1934-38 e 1898-1910 – sobretudo a difusão de árvores que se tornaram características nas ruas paulistanas, como as tipuanas e os jacarandás-mimosos, presentes também no jardim do MCB.

O segundo e maior segmento da exposição convida a um passeio pelo bosque, ao apresentar individualmente 29 árvores. São exemplares escolhidos entre os mais antigos, belos ou importantes, representando quatro grupos principais – espécies nativas, estrangeiras, frutíferas e palmeiras – que permitem resgatar algumas preferências e curiosidades daquela época ou de tempos anteriores. Há espécies de Mata Atlântica, como o tapiá e o araribá, até árvores estrangeiras, como o ligustro, originário do Japão, e a aglaia, comum na China e no Vietnã. Assim, chama-se a atenção do visitante para a diversidade vegetal existente numa área quase insuspeita, em pleno coração da metrópole. Cada espécie é descrita e, em alguns casos, complementada por ilustrações que evidenciam características de floração e frutificação. Os desenhos foram feitos especialmente para o Museu da Casa Brasileira pela ilustradora botânica Hiroe Sasaki, premiada por um centro de referência em sua área - a Fundação Botânica Margareth Mee, Royal Botanical Gardens, em Kew, Inglaterra.

A curadoria da exposição é do arquiteto e historiador Guilherme Mazza Dourado que, entre outros trabalhos, foi um dos organizadores da mostra Albert Eckhout volta ao Brasil 1644-2003 (Pinacoteca do Estado, 2003), e curador da exposição Visões de Paisagem. Um Panorama do Paisagismo Contemporâneo no Brasil (Sala especial da 3a Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo, 1997).Manacá-da-serra Ilustração Hiroe Sasaki. {Acesse matéria completa em www.formasemeios.blogs.sapo.pt { ways&means } EDITORIAS:

Exposição: Jardim do Solar

Visitação: Reabertura dia 19 de fevereiro, às 10h - longa duração

Local: Museu da Casa Brasileira

Endereço: Av. Faria Lima, 2705 - Jardim Paulistano Tel. 3032-3727

Ingresso: R$ 4,00 - Estudantes: R$ 2,00 – Gratuito domingos e feriados

Acesso a portadores de deficiência física.

Visitas orientadas: 3032-2564 agendamento@mcb.org.br

Site: http://www.mcb.org.br/


Informações para a imprensa:

Menezes Comunicação Tel. 11 3815-1243/0381 9983-5946

Contato: Letânia Menezes/Silvana Santana menezescom@uol.com.br

Silvana Santana

Domingo, Fevereiro 07, 2010

Raimundo José & Denilson Benevides

Pholia na Luz teve dois dos grandes nomes da música brasileira cantando samba-enredo em homenagem aos 50 anos de carreira de Jair Rodrigues

SÃO PAULO, 7 DE FEVEREIRO - Pholia na Luz, ex-Pholia na Faria faz a alegria de mais de 5 mil pessoas que cantaram com os blocos que por lá passaram. Entre eles, o Samba-enredo "Festa Para um Rei Negro: Jair Rodrigues" tema que a Associação Brasileira de Clubes da Melhor Idade {A.B.C.M.I.}, escolheu para por seu bloco na rua: Bloco Unidos da Melhor Idade. O samba é uma homenagem aos 50 anos de carreira ao cantor nascido em Igarapava, interior paulista.
Sem dúvida a associação e a Coordenadoria do Idoso tiveram, no mínimo dois grandes acertos: a escolha do homenageado e dos cantores Raimundo José e Denilson Benevides, que também são autores do samba em parceria com Misturinha e Arnaldo. O público presente na arquibancada aplaudia de pé a disposição e a alegria dos idosos, sinalizando que existe vida útil depois dos 65 anos. Tudo isso, graças ao tratamento respeitoso dado aos idosos pela organização do evento, Coordenadoria do Idoso, cujo Coordenador-geral é Aécio Yamada, que esteve presente, e aproveitou o momento para entregar um diploma de Honra ao Mérito ao cantor ao homenageado .

O homenageado

O homenageado chegou à Praça da Luz, impecavelmente em seu terno bem cortado, sem perder a espontaneidade que lhe é peculiar. Interessou-se muito pelo desfile, não largou à letra do samba, e da arquibancada das autoridades, Jair Rodrigues cantarolou e pulou o tempo todo. O desfile foi interrompido por alguns minutos para que ele recebesse mais uma homenagem, um diploma dado pela Coordenadoria do Idoso. Nesse intere, o cantor deu uma canja para deleite dos presentes. "Vai dai Raimundo José", disse Jair passando a bola aos cantores oficiais do evento.

Os cantores
Um passeio; uma lição de interpretação pela passarela? As duas coisas. Raimundo José com sua grandiosa e bem educada voz. Denilson Benevides {foto} com sua técnica e timbre vocal reconhecidos. Ambos acostumados com grandes palcos e plateias no País e no exterior; Só poderia acontecer uma coisa: receptividade do povo presente. Em certo momento os presentes no local não sabiam se cantavam, se prestavam atenção nos dois cantores ou no cavaquinho de Misturinha. Apesar do duo, Raimundo José e Denilson Benevides conhecerem-se muito bem, dentro da característica vocal de cada um, entenderam-se como a mão e a luva. Raimundo pegava o tom lá no "alto" enquanto Denilson descia um pouco na escala musical e, assim, jorravam microfone a fora seus vozeirões, sem maltratar os ouvidos do público. Em resumo, quem sabe faz ao vivo, e não desafina. {Na foto, Raimundo José com Sílvio Santos, no "Rei Majestade, em 2007}

Sábado, Fevereiro 06, 2010

Julião Sarmento

Um dos mais complexos artistas contemporâneo de Portugal expõe novamente no Brasil.

SÃO PAULO - {BRASIL} - Mostra 'Elegância em Tensão' do português Julião Sarmento traz uma certa obsessão pelo feminino. A retrospectiva se fosse feita nos anos 1960 não passaria sem os protestos de feministas. A temática principal da exposição é o universo feminino e tem como referência as estrelas hollywoodianas Audrey Hepburn, Grace Kelly e Greta Garbo, representadas sem as respectivas cabeças nas esculturas e pinturas de Sarmento.


O vídeo 'Parasite' traz uma desconhecida em um frenético striptease, e nos filmes em super-8, onde a mulher pode ser vista em distintos ângulos, porém, jamais por completo. A exposição apresenta 50 obras de Julião Sarmento nas mais diversas medias como fotografia feitas entre 91 e 2008; instalação e pintura.
A mostra tem um refinado sarcasmo como o misterioso ar de 'Parasite', que está por quase toda mostra, sem importar qual media; seja nas esculturas, celebridades ou nas pinturas. Sarmento esteve recentemente no Brasil, 2007, e algumas das obras de "Elegância em Tensão" já são conhecidas do público.


Serviço
"Elegância em Tensão"
Estação Pinacoteca - Largo Gal. Osório, 66
[11] 3335-4990 - terça à domingo
Das 10 às 18h
Valor: R$ 6,00 - Sábado - grátis
Até 21/02

Museu John Lennon vai fechar

TÓQUIO - {JAPÃO} - Acordo entre musa de John Lennon, Yoko Ono, e a Construtora Tasei chega ao fim, e as atividades do museu serão encerradas no Japão em setembro. O contrato de gestão do museu foi formalizada em contrato de dez anos, e, em comum acordo vão fechar às portas.

O museu é o único sobre o Beatle naquele país, e está situado em Saitama, no norte de Tóquio, também é o único que tem apoio total e formal da viúva do músico inglês. São aproximadamente 130 itens de John Lennon, por exemplo fotos, memorabilia, instrumentos musicais e roupas. A instituição foi inaugurada em 2000, e até agora teva mais de 550 mil visitas.